Sob os céus de Vectora

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Sob os céus de Vectora

Mensagem por Admin em Qua Fev 15, 2017 9:43 pm

Acho que a aventura mais longa que eu já joguei no RRPG. Infelizmente, não conseguímos concluir a aventura, mas foi bem divertido de narrar.
Essa aventura eu adaptei de um dos volumes de "Só Aventuras" de Tormenta. Não consigo lembrar qual, mas acredito que seja a primeira aventura do Volume 1. Em todo caso, as fichas dos NPCs estarão em Spoilers.

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00 - Reunião na Taverna

Mensagem por Admin em Qua Fev 15, 2017 9:52 pm

Eu queria ter as imagens dos personagens e as fichas deles. Infelizmente não tenho mais. A pontuação que usamos foi a de novato mesmo (5 pontos e até -3 pontos em desvantagens).
Sorento era um bardo, e devo admitir, o Sorento_Sirene interpretou muito bem esse personagem. Kristya vargas era uma meio-dríade, rosa (lembra muito a zyra do League of Legends).
O Simon, por outro lado, eu não lembro muito bem. O jogador acabou desistindo depois dessa sessão (espero que ele não tenha odiado minha forma de narrar. Hahaha!)

00 - Reunião na Taverna:
[15:18] «!» Simon esperava o atendimento numa taverna sem nome em uma estrada que seguia em seu caminho para Valkaria. A taverna não estava lotada, mas havia bastante gente nela, aparentemente seguiam na direção de Prado Verde, uma pequena aldeia próxima. A maioria dos frequentadores era aldeões que bebiam e conversavam animados, falando sobre o festival de mais tarde.
[15:19] «!» Sorento estava pronto para iniciar sua apresentação. Era bom ter público, finalmente.
[15:23] «!» As pessoas parecem ansiosas pela apresentação e aplaudem bastante quando Sorento é apresentado, erguendo canecas de cerveja e água ardente em saudação a Sorento, esperando a primeira música.
[15:23] «!» >
[15:29] <Sorento Sirene> -- Obrigado! Obrigado! Oooh, muito obrigado! *falo enquanto me curvo para a platéia* -- É um prazer enorme tocar para todos vocês aqui presentes. Vendo essas caras felizes e animadas, nada melhor que um pouco da boa, doce e animada música para começar. *Dou um pequeno toque em uma das cordas, ajeitando sua afinação* --- Então vamos encher nossos copos e cantarolar, afinal, poderemos ajudar o nosso velho amigo taverneiro! *Dava uma pequena tossida e colocava a mão em posição nas cordas, pronto para começar a tocar. Pigarreava mais um pouco, e continuava, cantando* -- Conheci uma galinha, galinha magricela, que bota, bota, bota, sem parar! *Acompanhava o ritmo simples da música com os pés enquanto tocava*
[15:31] «!» O ritmo era animado e o povo parecia gostar da música. Alguns levantavam para dançar, outros batiam palmas e uns acompanhavam batendo as canecas vazias sobre a mesa. Tudo parecia uma festa e o taverneiro, alegre, finalmente chega para atender Simon.
[15:32] ** NPC: <Taverneiro> Sorridente, ele traz uma jarra de hidromel em uma mão e uma garrafa de água ardente na outra. - Esse bardo deveria tocar no festival. Ha ha ha ha. - Ele se recompõe e oferece as duas bebidas a Simon. - Me desculpe deixá-lo esperando, amigo. É que graças ao festival, estamos um tanto sobrecarregados hoje.
[15:32] «!» >
[15:34] <Simon Krane> -- Não se preocupe haha. Realmente esse Bardo é uma figura, até eu esqueci da bebida enquanto ouvia a musica dele. *Dizia e pegava o copo de cerveja, e virava na cadeira pra poder ver melhor o bardo cantar*
[15:36] «!» Kristya era atraída para taverna pelo som da música de Sorento. Mesmo não estando muito acostumada a isso, a música a faz entrar, mas ela sequer é notada, pois todos prestam atenção ao animado bardo no palco da taverna.
[15:38] ** NPC: <Taverneiro> O taverneiro é o único que nota, Kristya. Ele leva um tempo encarando-a, mas logo sorri e aponta para a mesa de Simon. - O senhor se importa se uma moça se sentar para acompanhá-lo? É que estamos sem lugares e eu não acho que junto daqueles bêbados é lugar para mulher. - Ele diz a Simon, apontando para o balcão onde alguns velhos bebiam alegremente ao som da música.
[15:38] «!» >
[15:39] <Simon Krane> -- --
[15:41] <Simon Krane> -- Puxa... *Pensava um pouco e em seguida respondia* -- Tudo bem, que mal pode fazer ganhar a companhia de uma dama? *Dizia Enquanto apontava para a cadeira vazia e dizia* -- Pode sentar, eu não mordo.
[15:45] <Kristya Vargas> --Obrigada! *me aproximava da mesa e pensando* '' Aqui é um lugar muito animado'' *dando um pequeno sorriso *  -mais esse cantor tem uma voz tão cativante-
[15:49] «!» A aparência de Kristya era bem diferente, apesar de vestir um manto que cobre a maior parte de seu corpo, ela lembra vagamente fadas descritas em histórias passadas de geração em geração. Mesmo já tendo visto elfos, minotauros e outros indivíduos tão fantásticos quanto, Simon se surpreende com Kristya.
[15:49] «!» A música de Sorento acaba e as pessoas começam a pedir por mais uma. Muitos assoviam e os aplausos são altos.
[15:49] «!» >>
[15:55] <Simon Krane> * Após perceber que a mulher tinha um corpo diferente, acabo por cuspir a cerveja que estava bebendo ao olhar pra ela. Percebia que o formato do corpo dela era estanho, e não parecia nenhum pouco com uma pessoa comum... Após a surpresa perguntava para a moça* -- Mas... mas... o que é você? Esse corpo.. que estranho, eu nunca vi nada igual... * Dizia enquanto ia levando a mão até o corpo da mulher afim de tocar naquele material (Ou forma),  esquisita.*
[15:56] <Sorento Sirene> -- Obrigado! Muito obrigado!! Nunca vi uma plateia tão animada como vocês! A energia de vocês fazem qualquer bardo humilde como eu se encher de alegria! Afinal, esse é meu sustento, eu canto para viver, e claro, um ouro sempre é bem vindo. Mas é essa energia positiva que vocês passam que recompensa tudo o que eu sinto! Mas enfim, chega de papo, e vamos a mais uma. *Começo a tocar uma melodia um pouco mais lenta, e antes de cantar, fazia um pequeno prologo pra a música.* -- Eu tenho o costume de escrever músicas baseadas no que eu vivo. Essa aqui é a história de um velho homem, que tinha uma imensa paixão por sua terra. *Dava uma pequena pausa, e começava a cantar com uma voz suave* -- Nesses versos tão singelos, minha bela meu amor. Pra você quero contar, o meu sofrer e minha dor...
[15:57] <Simon Krane> (Correção: Levantava a mão em direção ao rosto da mulher e demonstrava certa fascinação)
[15:58] «!» Sorento, 1d.
[15:58] «!» >
[15:58]   Sorento Sirene rolou 1d6 = 3 {[3]}
[15:58] «!» 1d de novo.
[15:58] «!» >
[15:59]   Morningstar rolou 1d6 = 4 {[4]}
[15:59]   Sorento Sirene rolou 1d6 = 2 {[2]}
[16:00] <Kristya Vargas> *deixo que o curioso homem tocar meu rosto e dizendo * -- me chamo Kristya sou uma meio dríade nascida nas profundezas das florestas mais densas, pergunto qual seu nome?--
[16:00] «!» >
[16:03] <Kristya Vargas> * logo depois a pergunta retiro a mão do homem de meu rosto, me viro para o taverneiro e peço um copo com agua ardente*
[16:04] <Simon Krane> -- Incrível, Eu só ouvi falar de dríades em contos infantis, nunca pensei que elas realmente existiam *Dizia enquanto passava a mão no rosto da mulher até ter a mesma afastada por ela* -- Cof, cof... Me chamo Simon, o cara mais azarado que você poderia conhecer... Prazer, e qual é seu nome?  *Dizia enquanto levantava a mão para cumprimentar a estranha mulher*
[16:07] «!» A música de Sorento toca o coração de todos na taverna e muitos copos são levantados em saudação ao bardo. Os frequentadores bebem em homenagem a Deheon, saudando o Rei Thormmy. Um minotauro, um vigilante do Princeps acha engraçada toda essa comoção e patriotismo. Ele paga o que consumiu ao taverneiro e vai embora.
[16:08] «!» Quando a música acaba, algumas moedas são arremessadas na caneca que Sorento havia deixado no chão, muitos fazem questão de se levantar e depositar o dinheiro na caneca. Sorento recolhe 240 Tibares daquelas pessoas.
[16:08] <Simon Krane> (Correção: Eu não perguntei qual o nome da mulher, desculpe a falta de anteção)
[16:08] <Simon Krane> (atenção*)
[16:10] «!» O Taverneiro o agradece e o aconselha a ir ao festival em Prado Verde, lá ele poderia ganhar ainda mais dinheiro com suas apresentações, além de poder ganhar também os corações de algumas belas camponesas das regiões. Sorento é levado a mesa de Simon e Kristya, quando outro bardo sobe no palco e começa a tocar uma música para a qual as pessoas pouco ligam, voltando a se concentrar em suas conversas e bebedeiras.
[16:10] «!» >
[16:14] <Kristya Vargas> *me viro para o bardo e exclamo* -- suas musicas são muito interessantes-- *com uma cara de felicidade pergunto * --prazer meu nome é Kristya e o seu ?--
[16:15] <Simon Krane> -- Parabéns bardo, você realmente tem talento. Eu me chamo Simon.. *Dava a mão em cumprimento*
[16:18] <Sorento Sirene> -- Olá jovem e linda dama. *Olho para o homem também sentado a mesa* -- Ola nobre senhor! Meu nome é Sorento Sirene, O Maior Lirista Andante! *Faço uma pequena referencia comprimentando o homem, e estendo a mão para pegar a da moça e dar um beijo em sinal de educação* -- Sou um simples bardo viajante em busca de histórias para serem cantadas. Fico feliz em saber que agraciei seus ouvidos, mas, lembre-se sempre, uma boa música sempre fica melhor com uma plateia animada como essa.
[16:21] ** NPC: <Taverneiro> O Taverneiro volta a mesa dos três com uma grande caneca de hidromel e a caneca de água ardente de Kristya. Com um sorriso, ele se aproxima erguendo a caneca de hidromel para Sorento. - É por conta da casa. - Ele diz, ante de tropeçar em um bêbado ali caído e arremessar ambas as canecas em Sorento, Simon e Kristya, encharcando-os.
[16:22] «!» A taverna fica em silêncio, mas quando confirmam que o taverneiro está bem, todos começam a gargalhar. Apontando para vocês e erguendo suas canecas.
[16:23] ** NPC: <Taverneiro> O taverneiro se levanta apressado, desconcertado e tentando limpá-los com um pano velho que ele usa para secar as canecas que lava. - Por Khalmyr. - Ele se desculpa. - Me desculpem. Me desculpem. Tudo culpa desse energúmeno. - Ele aponta para o bêbado desmaiado sob uma mesa.
[16:23] ** NPC: <Taverneiro> >
[16:23] «!» >
[16:25] <Kristya Vargas> *me levanto da cadeira e vou em direção a taverneiro com intenção de ajuda-lo a levantar* -- o senhor esta bem ?--
[16:26] <Simon Krane> - Tava demorando... *Dizia enquanto colocava a mão na cara em sinal de reprovação* - Maldito Nimb... porque eu?... *Continuava sussurando consigo mesmo, fazendo muchochos enquando esfrrgava a mão na cara
[16:26] <Simon Krane> (Correção: Esfregava a mão na cara*)
[16:27] <Simon Krane> (Correção: Muxoxos*)
[16:28] <Sorento Sirene> *Gargalhava junto com os demais, vendo que Kristya ia ajudar o taverneiro, me levanto e falo para a multidão* --- Esse é o nosso velho amigo taverneiro! Sempre animando as pessoas com seu humor! *e erguendo a mão, simulando que estava erguendo uma caneca, continuava* --- Um viva para esse grande e respeitável homem!
[16:29] «!» Toda a taverna aplaude o taverneiro um pouco, enquanto ele, desconcertado, sorri para os fregueses.
[16:30] ** NPC: <Taverneiro> - Me desculpem. - Ele diz. - Podem beber o que quiserem, é por conta da casa. - Ele limpa a mesa e volta para o balcão, indo buscar mais bebidas para vocês.
[16:30] «!» >
[16:31] <Simon Krane> -- Pelo menos isso.. *Dizia enquanto virava a cabeça pra cima, como se estivesse de saco cheio. E em seguida voltava ao normal e começava a se limpar mais um pouco*
[16:34] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Chuck Norris
[16:34] <Kristya Vargas> *volto a me sentar* -- nada não se preocupe --
[16:35] <Sorento Sirene> -- Apenas um pequeno acidente, jovem amigo. Mas me digam, o que fazem? Onde vivem? Eu adoro conhecer pessoas novas, ainda mais quando elas são tão amistosas... *dou uma pequena pausa* -... E belas como vocês.
[16:37] «!» O Taverneiro volta com duas jarras, uma de hidromel e outra de aguardente. Seus passos são lentos e precisos. Ele pisa com cuidado, procurando desviar de cada pequeno obstáculo no caminho, até finalmente depositar as jarras sobre a mesa. Ele respira fundo, sorri para vocês e volta em direção ao balcão.
[16:37] «!» Vocês notam que, aos poucos, a taverna vai esvaziando.
[16:37] «!» >
[16:40] <Kristya Vargas> -- obrigada agradeço ao taverneiro -- *me viro para o bardo e falo* -- vim das florestas mais densas e profundas em uma jornada--
[16:44] <Sorento Sirene> -- Uma jornada? Eu adoro jornadas! Me lembra quando conheci um jovem menino que estava em uma jornada para vender sua pequena vaquinha, infelizmente ele trocou por alguns feijões que um charlatão os entregou dizendo que eram mágicos. *Dou uma pequena gargalhada* -- Realmente  é uma história muito engraçada... E você, nobre homem, de onde veio?
[16:47] <Simon Krane> -- Sou apenas um viajante, vim de Wynlla para encontrar algo que me interesse em Valkaria. Estava ficando... como posso dizer... difícil viver lá.
[16:48] «!» O taverneiro passa com uma vassoura, limpando a taverna e começando a guardar algumas coisas enquanto as pessoas se retiram. Ele passa pela mesa de vocês, trazendo canecas para que sirvam-se das bebidas.
[16:48] «!» >
[16:52] <Sorento Sirene> -- Nobre taverneiro, creio que não precisa se preocupar comigo mais, afinal, eu não posso abusar muito da bebida. *Solto um simpático sorriso para o taverneiro* -- Diga-me, o senhor indica algum lugar onde eu e... *olho para os outros dois sentados junto comigo* --... bem, eu ainda não sei se vocês pretendem passar a noite... mas mesmo assim. *Me viro para o taverneiro novamente* -- Não conhece algum lugar onde possamos nos hospedar?
[16:54] ** NPC: <Taverneiro> O taverneiro sorri. - Ora. Podem passar essa noite aqui. Não precisam pagar, eu insisto. No entanto, pela manhã, irei para o festival de Padro Verde, vender bebidas lá, por isso acordaremos bem cedo.
[16:55] «!» >>
[16:56] <Sorento Sirene> -- Eu realmente pretendia ir até esse festival, talvez possa tocar e cantar um pouco mais amanhã *me viro para os outros dois* -- Esta tudo bem para vocês?
[16:57] <Simon Krane> -- Finalmente um pouco de sorte! *Após ouvir o bardo falar, respondia* -- Como assim está bem pra vocês? A gente tem algum tipo de compromisso? Tipo... a gente acabou de se conhecer.
[16:58] <Kristya Vargas> -- por mim tudo bem, mais *me viro para o taverneiro *-- me conte a historia sobre esse festival, meu bom homem --
[16:59] ** NPC: <Taverneiro> O taverneiro sorri, olhando para Simon. - Mas é assim que as melhores aventuras começam, não é?
[17:00] ** NPC: <Taverneiro> - Amanhã, Vectora vai passar sobre Prado Verde pela primeira vez. Por isso Mestre Orjan quer celebrar com um festival. - O taverneiro parece empolgado com a ideia do festival.
[17:01] <Sorento Sirene> -- Ora, caro amigo, eu sou um homem em busca de boas histórias, como ja contei para vocês. Se você se sentir me desconfortável, poderá pagar contando algumas das suas histórias para mim. Eu não irei matar ninguém durante o sono, pode ficar tranquilo... *e me virando para o taverneiro, continuo* --... E creio eu que serão quartos separados, não?
[17:02] ** NPC: <Taverneiro> - Absolutamente. Um quarto para a dama e outro para os cavalheiros. - Ele sorri.
[17:05] <Simon Krane> *Após o Taverneiro falar, enquanto eu estava bebendo a cerveja, acabava por cuspir um pouco e pensava, depois dizia.* '' Que aventura cara? Tá doido?'' --Realmente isso foi inesperado... Deve ser costume Deheon se aventurar aleatoriamente... *Dizia dando um sorriso sem graça. Em seguida ouvia o bardo falar e respondia em seguida.* --Não acho que minhas histórias vão lhe agradar bardo, afinal não tem nada de interessante nelas. Prefiro não... * Em seguida me despedia dos outros e ia em direção ao quarto oferecido ao taverneiro* --Bom, foi interessante, mas eu preciso estar mais disposto pra amanhã, tive sorte que Vectora vai passar por aqui hoje. Até * Dizia cumprimentando de costas mesmo*
[17:07] <Simon Krane> (Correção: Que Vectora vai passar por aqui amanhã*)
[17:08] <Kristya Vargas> *abro um sorriso e falo * -- muito obrigada! *me levanto, me despeço do bardo e vou para o quarto*
[17:11] <Sorento Sirene> -- Bem, acho que também irei aos meus aposentos. *Levanto e dou uma grande espreguiçada* -- Senhor taverneiro, perdoe-me pelas despesas que estou lhe causando. Amanhã no festival farei questão de me lembrar do senhor se eu conseguir subir ao palco para cantar. Muito obrigado por tudo. *Me curvo um pouco em um gesto de despedida e vou até meus aposentos.*
[17:12] «!» Todo mundo rola 1d.
[17:12]   Simon Krane rolou 1d6 = 3 {[3]}
[17:12]   Sorento Sirene rolou 1d6 = 5 {[5]}
[17:13]   Kristya Vargas rolou 1d6 = 6 {[6]}

Edit: O taro11, que jogava com a Kristya, ainda tinha a imagem. Tá aqui:
Kristya Vargas:


Última edição por Admin em Qua Fev 15, 2017 10:05 pm, editado 1 vez(es)

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00 - Reunião na Taverna (Parte 2)

Mensagem por Admin em Qua Fev 15, 2017 9:59 pm

Essa é a parte dois das sessões introdutórias que eu narro. Gosto dessas sessões pros jogadores levarem os personagens pra um "test drive" antes da campanha propriamente dita. O Edward, a Wendy e a Samantha eram interpretados pelo FMdaVP, a esposa dele, Fadinha, e pelo Darksora. A gente jogava junto na mesa do FM (vulgo Chuck, daqui em diante), 3D&T Alpha Medieval.

00 - Reunião na Taverna (Parte 2):
[21:45] «!» Edward, você já está na estrada a meses. Desde que deixou Zakharin, já havia visitado Valkaria, e seguia para o sul, sem um destino certo. Provavelmente acabaria em Wynna ou Tyrondir. Enquanto descansava em uma estalagem, ouviu falar da passagem de Vectora, o grande mercado flutuante sobre uma montanha de cabeça para baixo, por uma cidade ali perto, Prado Verde. Era tarde e você não conseguia encontrar uma estalagem para descansar. Ao seu redor, apenas plantações de trigo de quilômetros de extensão.
[21:46] «!» Uma carroça surge no horizonte e leva algum tempo até alcançá-lo. Um fazendeiro que levava alguns fardos de trigo para casa e, junto com ele, uma elfa, Wendy, que estava perdida, assim como você.
[21:47] ** NPC: <Fazendeiro> O fazendeiro para a carroça. - Boa noite. - Ele cumprimenta com um Valkar de sotaque típico do interior, um clichê, praticamente.
[21:47] «!» >
[21:49] <Edward Calisso> --Boa noite Senhor, Saberia me informa onde poderia haver um estabelecimento para eu possa passar a noite? Infelizmente não conheço nada da região
[21:53] <Wendy Beauchamp> *Olhava para o homem do lado de fora, ela tinha longos cabelos loiros e olhos verdes claros, trajando uma blusa vermelha e uma bela saia longa de mesma cor com detalhes dourados e rosa* -- Boa noite, ele está me levando para lá,  talvez possa leva-lo tbm. --
[21:54] ** NPC: <Fazendeiro> - E por que não, meu senhor? Tem mais espaço aí atrás. - Ele aponta para a parte da carroça em que está Wendy. - Vamos.
[21:54] «!» >
[21:56] <Wendy Beauchamp> *Chegava um pouco para o lado para dar mais espaço ao novo viajante* -- Venha, tem bastante espaço --
[21:56] <Edward Calisso> --Nossa adoraria a carona, claro se não for muito incomodo*subo junto da moça*--O senhor parece conhecer bastade coisas sobre a região, poderia me contar um pouco?  
[21:57] ** NPC: <Fazendeiro> O fazendeiro era um homem de idade, provavelmente havia visto bastante em sua vida. Ele fica feliz ao ouvir seu pedido.
[21:59] «!» A viagem segue com o fazendeiro contando a história de sir Gorboduc. Segundo o fazendeiro, na época em que sir Gorboduc era vivo, a região era assolada por monstros, mas ele usou sua espada mágica para expulsar as feras e, em homenagem a ele, um mausoléu foi construído na cidade de Prado Verde, onde sua espada fica em exposição.
[22:00] «!» A história termina quando o fazendeiro para a carroça na frente de uma taverna e estalagem,
[22:01] ** NPC: <Fazendeiro> - Prado Verde fica a algumas horas de viagem pra lá. - Ele aponta para uma velha estrada de terra. - Amanhã vai ter um festival na cidade, vai ser muito divertido. Espero vê-los lá. - Ele sorri.
[22:01] «!» O fazendeiro se despede e segue seu caminho.
[22:01] «!» >
[22:02] <Wendy Beauchamp> *Descia calmamente da carroça agradecendo ao homem pela carona e pela história* -- Muito obrigada por tudo senhor --
[22:05] <Edward Calisso> --Queria poder retribuir a carona, porem quanto me dei conta ele já tinha ido,bem a Tavena esta nossa frente, vamos? * aproximava da Taverna e abri a porta e tava passagem*
[22:06] «!» Samantha Lockwood, pode rolar 1d.
[22:07]   Samantha Lockwood rolou 1d6 = 5 {[5]}
[22:07] <Samantha Lockwood> (fail  )
[22:08] «!» Edward e Wendy entram na taverna e notam uma enorme discussão acontecendo. Um dos fazendeiros, provavelmente bêbado, briga com outra elfa lá dentro. Ele grita acusando-a de tentar roubá-lo, enquanto a dona da taverna, uma mulher enorme e musculosa, o segura impedindo-o de alcançar Samantha.
[22:08] «!» Samantha, uma ação.
[22:08] «!» >
[22:10] <Samantha Lockwood> -- Cala a boca seu bêbado, eu não o roubei coisa nenhuma, afinal, o que um bêbado como você teria para ser roubado, vê se não enche minha paciência -- *Dizia enquanto de certa forma ria com a situação que tinha ocasionado na taverna*
[22:11] «!» Wendy e Edward, podem agir.
[22:11] «!» >
[22:13] <Wendy Beauchamp> -- Nossa, lugar movimentado esse não?  A princípio meu nome é Wendy e o seu? -- * Dizia um pouco assustada com a confusão na taverna*
[22:15] <Edward Calisso> --Edward, porem pode me chamar de Ed, sim muito movimentado*respondia a moça ja procurado um lugar para sentar*
[22:17] ** NPC: <Taverneira> A Taverneira dá um empurrão mais forte no bêbado, arremessando-o contra uma parede. O bêbado fica desconcertado com a situação, encarando temerosamente a taverneira que diz: - Ou você senta e bebe, ou vai embora. Se não juro pelos deuses, que nem a fúria de Keenn vai se comprar ao que eu vou fazer com você.
[22:17] «!» O bêbado, já assustado. Senta-se junto a alguns outros e leva uma caneca de hidromel a boca, desviando o olhar da taverneira.
[22:18] «!» Um menino que trabalha na taverna chama Edward pela manga da camisa, apontando para ele e Wendy os lugares no balcão, uns dois bancos afastados de Samantha.
[22:19] ** NPC: <Menino> Ele se vira pra Samantha. - O que você vai beber?
[22:19] <Morningstar> >
[22:20] «!» >
[22:20] <Wendy Beauchamp> *Arrumava um lugar e sentava-se* -- Sem problemas Ed, o que veio fazer por estas bandas? --
[22:22] <Samantha Lockwood> -- Me vê uma cerveja menino, ah e um quarto para repousar, e ponha na conta daquele bêbado ali, ele vai pagar tudo que eu consumir, pela vergonha que me fez passar -- *Dizia tranquilamente sem se importar com a reação do bêbado*
[22:23] <Edward Calisso> --Nada de mais, apenas viajado sem rumo, faz tempo que não recebia uma missão então perguntei se tudo bem se pude-se viajar durante esse período e foi liberado, então ca estou eu e você?o que traz as essa bandas?  
[22:24] ** NPC: <Menino> - Tia Varba não vai gostar disso. - O menino sorria, anotando o pedido de Samantha e seguindo para fazer a mesma pergunta a Edward e Wendy.
[22:25] <Wendy Beauchamp> -- viajando, procurando aventuras e novos conhecimentos --
[22:25] «!» Vocês percebiam que, entre as pessoas ali, o assunto mais popular era o festival de amanhã. Muitos falavam sobre as competições, os prêmios, as mulheres. Uns poucos sonhavam sobre como seria bom para a cidade se Vectora parasse amanhã.
[22:25] «!» >
[22:27] <Wendy Beauchamp> -- Eu vou querer um Hidromel e um quarto por favor -- " Vectora? O que será isso ? " ( anula essa parte caso ela saiba )
[22:27] <Edward Calisso> --Entendo, todos estão falado deste festival, acho que vou ficar para ver, que sabe eu possa topar com aquele homem para ouvir mais uma história
[22:29] ** NPC: <Varba> Varba, a taverneira, voltava para trás do balcão depois de resolver os problemas com o bêbado. Ela retirava de trás do balcão um pode com ovos em conserva, destampava e oferecia a Samantha. - Me desculpe pelo Robur... - ela dizia. - ... ele é um homem bom, mas cada vez que bebe apronta uma diferente. - Ela sorri. - Vocês também vão para o festival? - Varba pergunta a vocês três, provavelmente por serem os únicos viajantes na taverna.
[22:29] «!» >
[22:31] <Wendy Beauchamp> -- Parece ser interessante esse festival, acho que vou ficar tbm -- * Ela então dava atenção a taverneira* -- Ah ! Sim, acabava de falar isso com ele, acho que vamos ver o festival amanhã --
[22:32] <Edward Calisso> --Provalmente sim, Meio que estou atoa, quanto não surgi missões, estou aqui conhecendo lugares e pessoas, quero voltar para casa e poder conta boas histórias para minha mãe ja que ela não pode viajar no estado que ela se encontra
[22:33] <Samantha Lockwood> *Agradecia pelos ovos e pegava alguns e comia de vagar*-- Eu já me resolvi com o Robur, não se preocupe... -- *Dizia com uma risada sarcástica* -- Festival é? E sobre o que seria esse festival? --
[22:35] ** NPC: <Varba> - Amanhã, Vectora vai passar sobre a cidade. O trajeto dela mudou, sabe? E pra comemora, Mestre Orjan organizou um festival. - Varba divaga e sorri, pensando no festival. - Ha ha ha! Vai ser muito divertido. Tem competições, e apresentações de bardos, e música, e barracas... eu achei que vocês estivessem na cidade para isso.
[22:36] <Samantha Lockwood> -- Bem eu vim por outro motivo, mas isso pode ser uma boa, ver vectora seria legal, aquela cidade voadora é bem interessante, mas será que terá como subir lá em cima? --
[22:36] «!» Vectora é uma cidade comercial, construída sobre uma montanha invertida, que voa em direção das maiores cidades de Arton. Mas vocês não sabiam que Prado Verde estava em sua rota. Provavelmente a cidade não vai parar.
[22:37] «!» >>
[22:37] ** NPC: <Varba> - Eu não sei. Talvez Mestre Orjan conheça o Grande Vectorius e nos arranje transporte. Mas eu realmente não sei. - Ela diz.
[22:38] <Wendy Beauchamp> --Hum... parece realmente interessante apesar de nao ter vindo por isso... um pouco de diversão nunca é demais. *sorri*
[22:39] ** NPC: <Varba> - Vocês parecem ter vindo atrás de algo. Procuram trabalho? - Era comum aventureiros procurarem trabalho em tavernas, mas Varba estranhava.
[22:39] «!» >>
[22:41] <Edward Calisso> --Bem hora apenas viajado sem rumo, sem nenhuma nova missão da ordem, estou meio que sem fazer nesse meio então decidir viajar para conhecer um pouco de mundo, a final por que não?
[22:41] <Samantha Lockwood> -- Agora falou minha língua, é exatamente o que eu procuro, algum trabalho, ou aventura --
[22:42] <Wendy Beauchamp> --Sim sim... Isto mesmo. Estou procurando um trabalho sim.
[22:45] ** NPC: <Varba> - E viram aqui pra isso? Ha ha ha ha ha! - A surpresa de Varba é estranha, ela gargalha muito, assim como o menino da taverna, que chega com a caneca de hidromel de Wendy e a cerveja de Samantha. - Me desculpem... - ela se recompões. - ... não quero ofendê-los, mas somos uma cidade pequena sabe? Não vão encontrar muito trabalho por aqui. Na verdade, talvez Mestre Orjan tenha algum serviço pra vocês. Como não temos muitos aventureiros por essas bandas, é possível que ele precise de ajuda. As tarefas se acumulam. Sabe como é, né?
[22:45] «!» >
[22:47] <Samantha Lockwood> *Pegava a cerveja e começava a beber tranquilamente* -- Bem na verdade estava indo para Deheon, mas acabei parando aqui no caminho, caso encontre algo aqui ficarei, caso não, amanhã sigo meu destino para Deheon, mas como posso falar com esse tal Mestre Orjan? --
[22:49] <Edward Calisso> --Entendo, Acho que poderei passa nele para oferecer uma ajuda, Uma caneca de Hidromel por favor
[22:49] <Wendy Beauchamp> --Bem... se pagar bem, por mim esta tudo bem.  *pega a caneca e toma um gole do hidromel*
[22:49] <Edward Calisso> *fazia um gesto para o menino*
[22:50] «!» Varba manda o menino pegar outra caneca rapidamente. Ele logo volta com a bebida de Edward.
[22:52] ** NPC: <Varba> - Mestre Orjan estará no festival. Deve estar até o pescoço de tarefas hoje. Os fazendeiros de toda a região vão pra lá. Mas se vocês procurarem o Sargento Vigar, amanhã, ele provavelmente pode levá-los até Mestre Orjan. Talvez até ele tenha serviço pra vocês.
[22:52] «!» >
[22:52] <Samantha Lockwood> -- Desculpe perguntar, mas por que chama ele de Mestre? --
[22:53] <Edward Calisso> --Obrigado*tiro meu elmo e deixo sobre a mesa e em seguida pego a caneca e bebo um gole*--Ah delicioso, realmente boa pergunta, teria ele alguns cargo ou feito importante?
[22:54] <Wendy Beauchamp> -- ok. *dava um sorriso labial*
[22:56] ** NPC: <Varba> - Cargo... e nome também. Na verdade, Mestre Orjan é amigo do Duque Coir. Pensando bem, quando ele foi nomeado prefeito já chamávamos ele de Mestre Orjan. - Varba coça a cabeça confusa. - Acho que eu mesma vou fazer a mesma pergunta a ele amanhã. - ela sorri.
[22:56] «!» Vocês notam que, apesar de não estar tão tarde, as pessoas já vão se retirando da taverna e o menino vai recolhendo as moedas deixadas sobre as mesas.
[22:56] «!» >
[22:57] <Edward Calisso> --Bem acho que vou fazer uma refeição, Dona o que tem para o Cardápio?
[22:59] <Samantha Lockwood> *Ainda sobrara alguns ovos dos que ela havia me dado então eu os empurrava até o homem respondendo-o* -- Ovos em conserva que tal? --
[23:00] <Edward Calisso> --Não obrigado, prefiro o que tem no cardápio
[23:01] ** NPC: <Varba> - Sopa de trobo. - Ela diz, já servindo-o uma tigela de sopa fria.
[23:04] <Wendy Beauchamp> --Bem... nao estou com fome... Acho q vou para meus aposentos. .. onde fica meu quarto?
[23:05] <Edward Calisso> --Bem....*olhava para mulher*boa noite..fazer o que ne?*comia a sopa com uma dor no coração*
[23:14] <Samantha Lockwood> -- Avisei para comer os ovos... bem vou me retirar também -- * dizia olhando para o menino * -- Leve-nos para nossos devidos aposentos por favor --
[23:17] ** NPC: <Varba> - Claro. Com prazer, mas antes, como vocês são viajantes, não vou cobrá-los muito caro. - Ela sorri. - Cinco Tibares pelas bebidas, 10 pela sopa e mais 15 pelo quarto.
[23:17] «!» >
[23:20] <Wendy Beauchamp> -- Bem, no meu caso são só 20 mesmo, já que não comi a sopa -- * Dizia pegando o dinheiro e colocando sob a mesa * -- Aqui esta --
[23:20] <Samantha Lockwood> -- Minha conta já está resolvida, então vou me retirar -- * Dizia saindo para o quarto sem se importar muito com a mulher*
[23:21] <Edward Calisso> --Bem aqui esta os 30, sim vou alugar um quarto *falava terminado minha refeição com uma feição meio esverdeada*
[23:24] ** NPC: <Varba> - Por aqui, por favor. - Varba os leva até uma série de quartos, no porão da taverna, pequenos o suficiente para caber só uma cama. Os quartos são limpos com frequência, segundo ela, e realmente não parecem empoeirados, mas por sua localização, no subsolo da taverna, eles são bem quentes por isso lhes é aconselhado a dormirem com o mínimo de roupa.
[23:24] «!» Varba os vai deixando em seus pequenos quartos-cubículos, e se retira em seguida.
[23:24] «!» Uma ação de cada.
[23:24] «!» >
[23:26] <Edward Calisso> *fecho a porta a trancado (se possivel) e retiro minha armadura ficado com roupas simples e me jogo na cama*-ai ai nada como uma noite de sono
[23:26] <Samantha Lockwood> -- Existe algum lugar onde eu posso tomar um banho antes de me deitar? --
[23:27] ** NPC: <Varba> - Pela manhã eu trarei a água para vocês se banharem.
[23:27] <Wendy Beauchamp> * Ajeitava minha cama e depois trancava a porta, então ia dormir para descansar da viagem *
[23:28] <Samantha Lockwood> -- Agradeço... -- * Dizia fechando e trancando a porta e depois indo dormir *
[23:28] «!» Todo mundo rola 1d.
[23:28] «!» >
[23:28]   Edward Calisso rolou 1d6 = 3 {[3]}
[23:28]   Samantha Lockwood rolou 1d6 = 5 {[5]}
[23:29]   Wendy Beauchamp rolou 1d6 = 3 {[3]}

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01 - Introdução

Mensagem por Admin em Qua Fev 15, 2017 10:11 pm

Essa é finalmente a primeira aventura da campanha. Os personagens que estão aqui são os que vão até o final (ou quase) da aventura. Infelizmente, alguns personagens morreram, e alguns jogadores não jogaram mais. Então "sumiram" entre um capítulo e outro, mas são basicamente esses.
Audrey: Humana, ninja;
Haera: Nagah, maga;
Nako: Humano, guerreiro;
Sorento: Meio-elfo, bardo;
Ulfirc: Humano, bárbaro;

Um pouco mais tarde entra o Kory, um humano alquimista.

01 - Introdução:
«!» Vocês são um grupo de aventureiro iniciante, ainda em busca de seu primeiro trabalho com aventureiro e ouviram falar de oportunidades de trabalho em Deheon. Malpetrim, em Petrinya, normalmente seria o lugar ideal para se começar uma carreira de aventureiro, mas dada a situação do reino, sob controle do império de Tauron, a antiga capital do reinado, Valkaria, talvez fosse um bom lugar para se começar a vida de aventureiros.
«!» Cansados da longa viagem, e de descansar em acampamentos improvisados nas estradas, vocês chegam a uma estalagem no caminho para Valkaria. Ainda está escurecendo, mas a estalagem já está cheia de aldeões e fazendeiros que se divertem bebendo e compartilhando histórias.
«!» Sorento é convidado pelo dono da taverna a apresentar-se no palco principal. Os aldeões se alegram com a presença do bardo, erguendo canecas de cerveja ansiosos pela apresentação. O resto de vocês recebe uma mesa perto de uma janela, não muito próxima do palco, mas perto o suficiente para poderem apreciar a música de Sorento.
«!» (Sorento pode agir primeiro. O restante age logo em seguida.)
«!» >
<Sorento> -- Obrigado, obrigado! *ergo as mãos como se pedisse calma ao publico.* -- Muito obrigado, vocês são demais! Para aqueles que não me conhecem, me chamo Sorento, um simples lirista andante, e será um prazer agraciar seus ouvidos com um pouco de música! *Dou um pequeno toque em uma das cordas, para ver sua afinação, e logo a ajustava.* -- Como todo lirista andante, eu colho histórias para transformá-las em música. *Dou mais alguns toques na lira, ajustando a afinação onde era nescessário.* -- Essa aqui é uma história de um fazendeiro qualquer, uma história comum, mas que sei que a grande maioria já pensou em algo assim. Então chega de papos e vamos encher nossas canecas para escutar uma boa música! *Começo a tocar em ritmo animado, acompanhando o simples ritmo da música com o pé, e cantando.* -- To de namoro com uma moça solteirona. A bonitona quer ser a minha patroa. Os meus parentes já estão me criticando... *continuava a cantar a música, em ritmo alegre.*
«!» Sorento, rola um teste de Arte
 Sorento rolou 1d6 = 1 {[1]}
«!» (Pessoal pode agir agora)
«!» >
<Ulfric> *falo com o pessoal na mesa* --não gosto de musica mas admito ele sabe tocar.
<Audrey> *me levanto da cadeira com  uma caneca de cerveja * --- E ISSO AI SORENTO ARREBENTA NESSA LIRA AI RAPAZ---
<Audrey> *viro a caneca de cerveja de uma vez *
>> Nimb colocou o modo +Voz em Kory Reil
<Nako> *Bato com a caneca duas vezes e viro ela de uma vez,  fico dançando e cantarolando com a música,enquanto danço vou chegando perto de Haera*
<Kory Reil> *Aproveitava a música enquanto bebia a cerveja e ficava olhando para fora da janela já que estava na cadeira mais próxima. (A janela é minha!) e relaxava respirando o ar puro. (Enquanto espero o destino fazer algo, pra variar)
«!» Sorento, pode rolar 2d
«!» >
 Sorento rolou 2d6 = 8 {[6, 2]}
«!» A performance de Sorento chega ao fim com uma chuva de moedas em direção ao palco. Recolhendo o dinheiro arremessado pelo povo, Sorento consegue contabilizar 8 Tibares de Prata.
«!» O povo aplaude e brinda a performance de Sorento, até alguns momentos depois de ele sair do palco e voltam a sua bebedeira animada.
«!» Todo mundo rola 1d
«!» >
 Sorento rolou 1d6 = 1 {[1]}
 Nako rolou 1d6 = 5 {[5]}
 Haera rolou 1d6 = 5 {[5]}
 Audrey rolou 1d6 = 5 {[5]}
 Ulfric rolou 1d6 = 4 {[4]}
«!» Apesar de quase todos estarem distraídos, Sorento nota que a felicidade geral na taverna deve ter algum motivo comum. Não era época de colheita, e também não se haviam notícias da visita de um nobre por essas regiões, por isso, provavelmente, algum evento aconteceria por essas bandas.
«!» Sorento é escoltado até sua mesa pelo dono da taverna que o agradece repetidas vezes no caminho.
** NPC: <Taverneiro> -- Graças a você, o pessoal pediu uma nova rodada e, por isso, já trago uma nova rodada de cerveja para vocês todos. Por conta da casa. -- O Taverneiro anuncia feliz. Indo buscar uma jarra de cerveja para o grupo.
** NPC: <Taverneiro> Ele volta alguns minutos depois com uma enorme jarra e mais canecas, colocando-as sobre a mesa da taverna. -- Precisam de mais alguma coisa? -- ele pergunta
«!» >>
<Nako> *Depois de virar umas 5 ou 10 canecas,eu tropeço por cima da Haera*--Confortável*Acabo adormecendo por ali mesmo*
<Haera> ---SAI *grito desperada enquanto Theodore parte para cima de Nako*
<Sorento> -- Obrigado! Fico muito agradecido por isso, para mim isso já é o suficiente. Terá que ver com meus amigos, eles realmente adoram uma bebida. *Dou uma gargalhada mostrando a todos que estava apenas brincando.* -- Só me diga uma coisa, porque toda essa festa? Já toquei para públicos animados, mas esses daqui... *Faço um sinal cômico, limpando a testa, mostrando o quanto estava impressionado.* -- Ira acontecer algo por aqui?
«!» (Haera, role a FA do Theodore)
<Audrey> *olho para o desespero de Haera e dou uma risadinha disfarçada e rapidamente tomo mais um gole da cerveja*
 Haera rolou 1d6 + 2 = 3 {[1] + 2}
 PVs de Nako: -1
«!» Theodore rosna, mordendo Nako e arrastando-o para longe de Haera, assustando um pouco os frequentadores da taverna que, logo ao perceberem o que se tratava, começavam a rir da situação.
** NPC: <Taverneiro> -- Ah. Amanhã é o festival de Prado Verde. Ha ha ha. Achei que estivessem aqui pelo festival. -- O taverneiro responde, enquanto enche as canecas de todos.
<Sorento> -- Um festival! *olho ansioso para os outros.* -- O que vocês acham??
<Audrey> -- acho bacana, talvez tenhamos como arranjar um dinheiro-- *falo enquanto me levanto para arrastar o bêbado caído,que tinha levado uma mordida para a sua cadeira na mesa*
«!» Audrey coloca Nako, inconsciente, em seu lugar.
** NPC: <Taverneiro> -- Vai ser um festival lindo. Mestre Orjan se esforçou muito para deixar a festa linda.
«!» Um aldeão bêbado na taverna grita "Um brinde a Mestre Orjan" e é acompanhado pelos outros que brindam em nome do homem.
<Haera> --Muito bem Theodore *fazia carinho em Theodore enquanto olhava a Audrey levar Nako*
<Sorento> *Levantava a caneca para brindar com os outros.* -- Diga-me, a que horas é esse festival? Será que eu conseguiria cantar? Ando inspirado nos últimos dias! *agito minhas pernas, mostrando certa hiperatividade.*
<Nako> *Enquanto era carregado pela Audrey,sonhei com uma bela espada embainhada e então a agarrei,mas fora do sonho eu agarrei as pernas da Audrey*
** NPC: <Taverneiro> -- Mas é claro. Haverão muitos palcos, e um grande público. Também haverão jogos com muitos prêmios e barracas. Será uma maravilha. -- ele diz, terminando de servir o grupo.
<Ulfric> *Levantava a caneca para brindar com os outros tambem* --Não importa as horas desde que seja divertida e tenha mulheres.
** NPC: <Taverneiro> -- Bom, se me dão licença, preciso voltar aos meus afazeres. -- Ele sorri. -- Se precisarem é só me chamar. -- O taverneiro volta para trás do balcão onde estava para limpar algumas canecas e continuar a servir outras mesas.
«!» >
>> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Kory Reil
<Audrey> *tento arrastar o Nako mesmo agarrado em minhas pernas* -- ei cara pega leve ai nesses seus sonhos --
>> Nimb colocou o modo +Voz em Kory Reil
«!» Audrey consegue se desvencilhar de Nako, colocando-o em sua cadeira com a cara sobre a mesa e os braços soltos em baixo.
«!» Vocês notam os fazendeiros começando a sair da taverna. Ainda não está tão tarde, mas eles provavelmente querem descansar cedo para chegarem bem cedo ao festival amanhã.
«!» >
<Sorento> -- Bem... Precisamos arranjar algum lugar para ficar, e o grande neném ali precisa durmir. *Aponto para Nako dormindo na mesa.* -- Será que aqui tem quartos para todos nós?
<Audrey> -- é só perguntar para o taverneiro-- *me levanto e vou em direção ao taverneiro com a intenção de perguntar se tem quartos para dormir *
** NPC: <Taverneiro> Audrey pergunta ao taverneiro que, enquanto conta algumas moedas, responde. -- Sim, mas não o suficiente. Não costumamos receber muitos viajantes por aqui, então só temos dois quartos disponíveis. -- Ele responde.
<Kory Reil> *Ao perceber que as pessoas começavam a sair, eu não me importava muito começava a beber cerveja e olhando pra o lado de fora. Estava relaxante, talvez me desse um pouco sono, mas esperava pra ver o que os outros iam decidir*
<Audrey> -- nao tem problema os homens dormem em um e as meninas em outro--
<Ulfric> *vou até o taverneiro e pergunto* --você teria uma tora de madeira para eu entalhar?
** NPC: <Taverneiro> -- Bom... sendo assim. -- Ele procura em algumas gavetas e demora alguns momentos pra encontrar, mas logo tira de lá um par de chaves que entrega para você, Audrey.
** NPC: <Taverneiro> -- Uma o que? -- Ele não entende o que você quer dizer, Ulfric.
<Haera> --Bem tudo resolvido, teria vinho senhor taverneiro *dizia animada*
<Ulfric> --Uma tora de madeira(lenha de fogueira)  para eu entalhar ...
** NPC: <Taverneiro> -- Ah. Sim e sim. -- Ele responde tanto a Ulfric quanto a Haera. Ele entre um pequeno bloco de madeira, olhando com estranheza. -- Isso serve, ele pergunta a Ulfric. -- Enquanto serve sobre um balcão uma taça de vinho para Haera, fazendo sinal para que ela vá até lá.
<Ulfric> --Muito obrigado *volto para a mesa esperando ir para o quarto*
<Nako> *Caiu para o lado e atrapalho o caminho de Haera,no meio do meu ótimo sonho*
<Haera> --Maldito, nem vinho posso ir pegar mais *uma esfera negra surge nas mãos de Haera e é jogada na direção de Nako, cegueira 3pms*
 PMs de Haera: -3
<Sorento> *Pego o caderninho de anotações que sempre levava comigo e começo.* "O grande grupo... Não... O jovem grupo... Também não... O grupo... Sim, perfeito... O grupo chegava até uma taverna... *escrevia no caderno relatando como foi aquele dia do grupo, dando pequenas pausas para pensar nas palavras para responder. Olho para Haera e continuo.* "Até que a poderosa naggah arremessa uma poderosa magia em nosso companheiro bêbado, apenas por amor." *Dou uma pequena risada e continuo escrevendo.*
«!» <<
«!» A noite na taverna, quando o grupo resolve descansar, é tranquila. Nako é arrastado para o quarto por Kory e Ulfric, que o colocam no chão, enquanto descansam nas duas camas do quarto. Audrey e Haera também dividem o quarto, descansando nas camas confortáveis enquanto Sorento passa a noite sob as estrelas, tocando sua lira e cantando um pouco antes de adormecer.
«!» Sorento, rola 1d
 Sorento rolou 1d6 = 5 {[5]}
«!» Enquanto dormia tranquilamente, Sorento não percebe quando alguém passa por ele e leva seus pertences. O ladrão, leva consigo o caderno de músicas de Sorento e o deixa com míseros 2 Tibares de Ouro.
«!» O dia amanhece, finalmente, e Sorento é o primeiro a acordar.
«!» Sorento
«!» >
 PMs de Haera: +3
 PVs de Nako: +1
<Sorento> *Dou um grande bocejo, rindo do sonho engraçado que eu tive.* -- Ai ai, nada como uma noite sob as estrelas para inspirar minha imaginação. Estou com uma ideia ótima para minha grande musa. *Dou uma breve risada, pensando na reação de todos ao cantar sua música, e levo minha mão onde guardo minhas anotações, não as encontrando.* -- Espere... Espere um momento... Não... *Confiro meu saco de moedas e vejo apenas os tibares de ouro.* ---NÃO, NÃO NÃO.... MALDITO! MISERÁVEL! QUEM FEZ ISSO! -- Calma... Respira... Você respira a arte, não o dinheiro... --- QUE UM MALDITO TIROU DE MIM! LADRÃO MALDITO!
«!» Com a gritaria embaixo das janelas dos quartos, o resto de vocês acorda...
«!» Nako, rola um teste de R
 Nako rolou 1d6 = 3 {[3]}
«!» ... para ver que quem grita é Sorento, enfurecido com alguma coisa. Com exceção de Nako, que não consegue enxergar absolutamente nada.
«!» >>
<Haera> -Ah que gritaria logo de manhã *Dizia com preguiça*
<Ulfric> *acordo desesperado e rapidamente pego meu machado do lado da cama * -- Que raios de gritaria e essa!?
<Audrey> -- quem é essa menina gritando ? -- *rapidamente corro para janela para ver oque era *
<Kory Reil> *Me levantava com a gritaria sem entender o que estava acontecendo. Logo puxava meu grimório e chamava ragna para subir no meu ombro. Feito isso, ia para o lado de fora em direção à gritaria.*
<Haera> ---Vai la ver, e tras vinho quanto voltar *Dizia para Audrey e voltava a dormir
<Audrey> --tudo bem--
<Nako> *Levanto do chão ,assustado, sem enxergar nada bato de cara com a parede *--O que está acontecendo? Não vejo nada*Falo com uma voz triste*--Eu fiz alguma coisa de errado?*Deito. fico pensativo e triste,tentando me lembrar do que aconteceu na noite anterior*
** NPC: <Taverneiro> Armado com uma pá, o taverneiro sai pela porta dos fundos, indo em direção a Sorento. Ainda de cuecas, ele salta de trás de uma parede. -- O que foi? Cadê? -- Ele diz, olhando para todos os lados e apontando sua pá ameaçadoramente em todas as direções.
«!» >>
<Sorento> -- Um ladrão... Roubo-me... Roubou meu dinheiro... E roubou minhas músicas! Aquele maldito roubou minhas anotações... Eu preciso... *colocava as duas mãos em desespero, e olhava para o taverneiro.* -- Diga-me... Você tem alguma caderneta de anotações? Urgente! Por favor... Urgente!
<Audrey> -- ei Haera o taverneiro ta de cueca ameaçando o sorento com uma pá -- *dando uma risada disfarçada *
<Haera> *Vou até a janela ver a cena* --Ele pode escrever uma musica sobre isso *ria*
** NPC: <Taverneiro> -- Eu devo ter alguns pergaminhos que ganhei, mas... você precisa deles? -- O taverneiro pergunta, intrigado.
«!» Vocês notam as primeiras pessoas pegando a estrada em direção a oeste, carregando carroças com produtos para vender no festival.
<Sorento> -- Agora já nesse momento agora antes do festival por favor já agora. *falava rapidamente, quase não respirando entre as palavras.*
** NPC: <Taverneiro> O taveneiro volta correndo para dentro da taverna, onde reúne algumas folhas de pergaminho e entrega para Sorento.
<Kory Reil> -- Você é louco cara. Quanta compulsividade! Se contenha. *Dava um tapa na cara de sorento, mas em seguida o taverneiro chega com alguns papeis*
<Sorento> "No dia seguinte, o jovem bardo acordava de um maravilhoso sonho, e percebia que era roubado. Logo, o mesmo de desesperava...." *Escrevia o relato daquela manhã, a tremedeira e desespero começavam a diminuir.* -- Ufa... Obrigado. Isso era algo que eu precisava relatar. *Dou uma pequena pausa.* -- Porque meu rosto está doendo?
<Ulfric> *guardo meu machado em minhas costas pego minha faquinha e a guardo e vou andando para fora da taverna* ''oque será que aconteceu?''
<Audrey> '' ta bom chega por hoje '' *saio da janela e vou em direção a porta do quarto para sair, viro e falo * --Haera vê se não dorme por muito tempo, beijo fui --
** NPC: <Taverneiro> Depois de algum tempo, o taverneiro parece terminar de arrumar as coisas já pronto para sair. Ele vai na direção de vocês antes disso. -- Bom, pelo que houve com o amigo de vocês, não acho justo cobrar pela noite que passaram na taverna. Então vejo vocês no festival, certo?
«!» Estavam todos ali, menos Haera e Theodore que ainda estavam no quarto.
<Audrey> -- que gentileza, que a sorte da fortuna esteja com você bom homem --
<Nako> *Me isolei do mundo,entrando em uma leve depressão,ficando no chão do meu quarto,chupando o dedo de conchinha,igual um bebe*
<Audrey> '' oque será que aconteceu com Nako? Acho melhor dar uma olhada nele''
«!» Audrey chega ao quarto de Nako e se depara com ele em posição fetal, com o polegar na boca, chorando.
<Audrey> '' rapaaaaazzzz'' *coloco a mão no rosto*
<Kory Reil> *Vendo que estava tudo tranquilo. Arrumava a roupa, batia nela pra tirar a sujeira e me espreguiçava enquanto esperava o grupo decidir. Ragnar ficava voando pele céu, observando o ambiente e, como eu compartilho pensamentos com ele, enxergava a mesma coisa que ele.*
<Audrey> -- não precisa chorar assim podemos achar um curandeiro no festival, mas para você não se sentir triste te contarei uma breve historia--
<Sorento> -- Ora, ora... Parece-me que estão se preparando para o festival... Acho melhor chamar os outros, não? *pergunto para Kory*
<Kory Reil> -- Sim, é melhor partimos também, vai dar pra aproveitar ele por mais tempo. Vamos chama-los então. *Dizia enquanto caminhava até a taverna pra chamar quem tinha ficado.*
<Sorento> *Seguia Kory, alguns passos atras, anotando coisas nos pergaminhos que havia pego do taverneiro, enquanto cantarolava.* - Um belo dia, a beira mar, apareceu, um jovem galileu....
<Ulfric> *sento na entrada da taverna esperando o grupo e continuo meu entalhamento*  '' esse meio-elfo é um idiota dormir em ar livre e ainda reclama de ser roubado''
<Audrey> -- ela começa em uma noite fria de inverno em uma cidade onde eu tinha uma missão para fazer, não contarei detalhes, encontrei uma pessoa que e igualmente cega como você em uma taverna bebendo era uma guerreira que carregava um escudo e uma lança e tinha uma cicatriz em forma de ''X ''em seu rosto não se importando muito do fato de não enxergar como a vi sozinha decidi me aproximar e pergunto . Como você consegue lutar sendo que não enxerga seu inimigo moça mesmo podendo contratar alguem para cura-la?? -- Ela da uma pequena risada essa condição que você tanto duvida para mim é como uma punição por ter quebrado um código antigamente, mesmo eu podendo procurar um curandeiro para me tratar decidi me dar ao desafio de lutar aprendendo novas técnicas de lutas assim sendo capaz de lutar. Mas por que você não senta vamos compartilhar historias..... --mesmo sendo por uma unica noite de bebedeira me interessei por tal pessoa e espero encontra-la um dia, sendo assim *coloco a mão no ombro do Nako você pode aprender a lutar e descobrir técnicas que você jamais imagina não precisa ficar tão triste--
<Nako> *Paro de balançar igual um bebe,olho para a Audrey (com cara de cachorro pidão),com algumas lagrimas no rosto e com o dedo na boca ainda,digo*--Quem vai me ajudar?...Você?...Com a sua ajuda,sinto que poderia aprender a lutar cego sem nenhum problema
<Audrey> -- sinto-le em dizer mais minhas técnicas não são muito apropriada para seu porte, mais posso tentar te ajudando a pagar o tratamento -- *tiro um pano e passo no rosto do chorão dizendo * --levanta vamos para o festival --
<Nako> *Acompanho a Audrey, sem me importa com a minha visão*"Talvez aconteça alguma"*Dou um leve suspiro*"Queria ver alguma coisa"
«!» Kory e Sorento acordam Haera que os acompanha, sonolenta. Vocês se reúnem mais uma vez em frente a taverna. Segundo o taverneiro, basta seguir a estrada para oeste e vocês logo estarão em Prado Verde.
«!» Vocês seguem a estrada na direção indicada. Vocês não encontram nenhum fazendeiro em seu caminho, provavelmente por eles estarem de carroças e vocês a pé.
«!» Depois de cerca de uma hora de caminhada, vocês chegam ao que seria uma bifurcação. Uma estrada do norte se une com a estrada que vocês seguem, mas uma placa não deixa dúvidas. O caminho certo é a oeste. Prado Verde está a mais uma hora ou uma hora e meia de caminhada.
«!» Todo mundo rola 1d
«!» >
 Nako rolou 1d6 = 3 {[3]}
 Audrey rolou 1d6 = 1 {[1]}
 Kory Reil rolou 1d6 = 5 {[5]}
 Ulfric rolou 1d6 = 1 {[1]}
 Sorento rolou 1d6 = 1 {[1]}
«!» Nako e Kory estão distraídos, mas o restante dos grupos escuta muito a frente na estrada desesperados gritos de socorro.
«!» >
<Audrey> -- ei escutei alguem gritar , alguem mais escutou --? *dizendo enquanto puxo minha Tanto (katana pequena)
<Ulfric> *pego meu machado * --Vocês ouviram isso? ''finalmente um pouco de diversão''
<Sorento> -- Sim, eu escutei... Gritos por ajuda! "Bem desafinados...."
<Nako> *tento olhar para Kory,mas provavelmente olho para a pessoa errada*--Cara me ajuda,sério,não consigo ver nada, a gente é amigo, você podia ver se conseguia fazer alguma coisa...Kory*Fecho as duas mãos pedindo ajuda*
<Kory Reil> -- Ouvir o que?! *Dizia para o Ulfric mas era interrompido pelo Nako.* -- Amigo agora que você precisa né? Vou te ensinar como o mundo é ruim. 300TC pra tirar sua cegueira.
<Nako> *De costas para Kory*--Certo*Dou um suspiro*"Lá se vai,300 TC"
«!» Os gritos de socorro começam a ficar mais baixo.
<Kory Reil> -- Cara, eu tava brincando hahaha *Começava a dar risada.* -- Cara como você é inocente... *Dizia e usava cancelamento de magia (3 PMs devido à vantagem regional)*
«!» Os gritos de socorro começam a ficar mais baixos.*
 PMs de Kory Reil: -3
<Audrey> -- Ei cambada é melhor nos apressarmos para ver oque ta acontecendo --
<Audrey> -- cura logo ele ai --
<Audrey> -- se ele chorar d+ para pagar tira da minha conta--
<Kory Reil> * Usava o pássaro para ver de longe se enxergava algo mais a frente*
«!» Você conseguia ver um homem humano, gritando por ajuda um pouco mais a frente na estrada.
<Audrey> -- ei alguma coisa ?--
<Sorento> -- Eu concordo com  a nossa flor do grupo. *Pegava o pergaminho e começava a escrever.* "O valente grupo iria até a pessoa que clamava por ajuda, seguindo sua bela, decidida e inteligente integrante feminina, Audrey. No momento, Kory envia seu pássaro para olhar. O que será que esta ocorrendo?" *Guardo o pergaminho e a pena e olho para Audrey.* "Linda, inteligente e decidida. Uma musa inspiradora... *Pego novamente o pergaminho, anotando a ultima frase e o guardando novamente.*
<Kory Reil> -- Aparentemente um rapaz está sozinho pedindo ajuda. Vamos rápido ver o que foi, dizia preocupado que poderia ser algo grave. * Se preparava pra correr, mas quando ia faze-lo tropeçava na própria roupa caindo de cara no chão.*
<Audrey> *vou correndo em direção ao homem caido *
<Kory Reil> *Levantava, puxava a roupa e voltava a correr, ignorando o mico que tinha acabado de passar. Corria em direção ao homem enquanto o corvo olhava tudo de cima.*
<Sorento> -- Uau... Isso foi meio vergonhoso... Mas vamos lá... *enquanto corro, pego o pergaminho e a pena e começo a anotar, com as letras ficando borradas.* "O membro das roupas grandes cai no chão, HA HA HA."
<Nako> *Corro, acompanhando o Kory*
«!» Vocês não demoram muito pra alcançar o homem. Eles os você vindo da estrada e corre na direção de vocês, pedindo ajuda.
** NPC: <Mercador> Pelas roupas, ele aparentemente é um mercador. -- Por favor. Por favor me ajudem. Fui atacado por um monstro.
<Audrey> *seguro o ombro do homem com força * --se acalma homem que tipo de monstro descreva-o --
<Kory Reil> -- Um monstro? Como assim você foi atacado? Explique melhor! O que ele fez, que tipo de monstro ele era? *Dizia meio ofegante, pois magos não são tão atléticos.*
** NPC: <Mercador> -- Eu não sei... não vi direito. Mas era enorme. Com uma pele de metal e presas grandes como espadas. Por Khalmyr, perdi tudo o que eu tinha. Vocês precisam me ajudar. -- Vocês conseguem ouvir o claro desespero na voz do homem.
<Nako> --Para onde ele foi?...Só precisa apontar*Olho sério para o mercador*
<Sorento> *Puxo a pena e o pergaminho, e começo a escrever.* "Chegamos até o homem, ele parece aflito. Com toda certeza ficou ainda mais após ser bombardiado por perguntas. Nós temos a mania de perguntar as mesmas coisas, só para causar impacto." *Com um pequeno sorriso, guardava tudo novamente e dava atençção a conversa*
<Kory Reil> -- Vamos ajudar, nos diga em que direção ele foi homem! *Falava enquanto o corvo estava olhando ao redor do céu tentando perceber algo.*
** NPC: <Khoras> -- Khoras... meu nome é Khoras. -- Ele diz, respirando fundo para retomar a calma. -- Por ali. -- Ele diz, apontando para a estrada vinda do oeste.
** NPC: <Khoras> Khoras retoma o fôlego e procede com sua explicação, depois de se acalmar um pouco. -- Ele ficou com minha carroça e todas as minhas coisas. Por Khalmyr. Eu lhes imploro por ajuda.
<Audrey> *olho para o pessoal* --vamos ajudar ?--
<Kory Reil> *Mandava o corvo ver de longe para ver se ele acha algo ou alguém*
«!» Kory, pode rolar 1d
<Nako> *devolvo o olhar, confirmo com a cabeça*
 Kory Reil rolou 1d6 = 6 {[6]}
«!» Ragnar segue na direção norte e até passa por uma carroça tombada, mas continua seguindo norte vasculhando o caminho a frente. Indo muito... muito longe mesmo.
«!» (Kory, você não poderá contar com a ajuda do Ragnar por algum tempo. Mas ele volta)
<Audrey> -- se acalme camarada lhe ajudaremos --
<Audrey> *me levanto e falo * -- vamos seguir a direção que ele apontou --
<Kory Reil> -- Eu vi a carroça na quela direção * Apontava a direção onde o ragnar havia avistado..* -- A carroça está tombada, mas eu não vi nenhum monstro.
<Sorento> -- Eu concordo com o diaman... digo, eu concordo com a Audrey. Se não encontrarmos o monstro, ao menos podemos tentar recuperar algo do homem.
<Audrey> --então vamos embora --
** NPC: <Khoras> -- Eu não estou mentindo. Tem um monstro lá. -- Khoras senta-se no chão, e cruza os braços. -- Eu espero vocês aqui. É muito perigoso pra mim.
<Audrey> *falo me referindo ao Khoras * --só tomar cuidado durante a noite --
<Audrey> *enquanto seguia a o caminho*
<Nako> *Sigo a Audrey*
<Audrey> --- VAMOS GENTE QUE DEMORA--- *falando isso la de longe *
<Kory Reil> -- Vocês ficam aqui com ele. Nós vamos ver a carroça e se tem algum monstro. *Dizia enquanto seguia Audrey também*
<Sorento> *Sigo Audrey, como de costume, anotando tudo no pergaminho.* "O valente bardo segue a jovem, linda, decidida e fatal dama para protege-la, enquanto os demais vem logo atras. A mesma reclama, estando certa como sempre, que estamos muito lerdos. As vezes fazemos isso, mas é apenas para causar impacto" -- Hmmm. *Caminho batendo a pena na boca, observando Audrey ao longe.* - Acho que estou apaixonado... *Logo, registro a ultima frase no pergaminho* - Você irá adorar essas histórias, pai.
«!» Continua...

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02 - Batalha na Estrada

Mensagem por Admin em Qua Fev 15, 2017 10:15 pm

Normalmente, depois de uma sessão bem interpretativa, eu gosto de apresentar os jogadores ao sistema de batalha do 3D&T Alpha. Apesar de ser um sistema bem simples, dá pra torná-lo mais complexo e interessantes com a inserção de testes, por exemplo. Mas, nesse caso, a primeira batalha é normalmente bem simples.
Tuk-Tuk:
Tuk-Tuk, 15N
F4, H2, R4, A3, PdF0; 20 PVs, 20 PMs.
Vantagens: Armadura Extra (corte, perfuração e esmagamento)
Desvantagens: Fúria, Inculto, Modelo Especial.
Tanque de Carne: quando Tuk-tuk chega a 0 PVs, ele pode continuar agindo até tirar 6 em seu teste de morte.
Armadura de Ferro: Tuk-tuk pode fazer um teste de A para cancelar um acerto crítico e sofrer apenas dano normal.

02 - Batalha na Estrada:
[23:23] «!» Recapitulando: depois de iniciarem sua viagem para Prado Verde, vocês encontram Khoras, um mercador ambulante que também seguia em direção a cidade. Khoras os pede ajuda, afirmando que foi atacado por um monstro e que todas as suas coisas estão perdidas. Kory foi capaz de localizar a carroça tombada em uma estrada alternativa, que seguia para o norte e Khoras decidiu esperá-los onde está até que tenham se livrado do grande monstro que ele afirma que o atacou.
[23:24] «!» Todos vocês já estão na estrada alternativa. A carroça já aparece como uma manchinha no horizonte...
[23:25] «!» Quem tiver visão aguçada, role 1d
[23:25] «!» >
[23:25]   Sorento rolou 1d6 = 2 {[2]}
[23:25]   Ulfric rolou 1d6 = 5 {[5]}
[23:28] «!» ... quando Sorento nota algum estranho movimento atrás dela. Algo que teria passado despercebido aos olhos de Ragnar, quando este sobrevoou a região. Algo grande, talvez um boi, protegendo-se na sombra da carroça, quase fora do campo de visão dele.
[23:28] «!» Sorento age primeiro, os outros podem agir em seguida
[23:28] «!» >
[23:31] <Sorento> -- Esperem! Estou vendo algo... Um tipo de boi, na sombra da carroça. *aponto para o local onde enxergava a figura.* -- Talvez seja o nosso monstro que estamos procurando... É melhor nos aproximar com cuidado e de preferência em silêncio. *falava em tom sério, esquecendo por um minuto o tom simpático, alegre e viajado que vinha utilizando.*
[23:33] <Audrey> --tudo bem então -- *  procuro nos arredores locais possíveis para me esconder*
[23:34] <Kory> -- Mas o Ragnar não viu ninguém... Vamos do que você tá falando então... *Dizia e circundava a carroça a uma distância de em média 20 metros da mesma para ver o que estava atrás dela. Tentando fazer o menor barulho possível sobre a grama*
[23:37] <Nako> *Balanço a cabeça confirmando com o plano, me aproximo do local do jeito mais furtivo possível *
[23:37] <Haera> --Bem, vamos nos esconder, e atacar quanto ele passar perto *dizia com um brilhos nos olhos*
[23:38] <Ulfric> --bem... como não tenho opção seguirei com o plano .  mesmo que eu prefire ir para o modo ofenssivo
[23:39] «!» (Todo mundo, menos Audrey, rola 1d)
[23:39]   Kory rolou 1d6 = 4 {[4]}
[23:39]   Nako rolou 1d6 = 1 {[1]}
[23:40]   Ulfric rolou 1d6 = 6 {[6]}
[23:40]   Haera rolou 1d6 = 5 {[5]}
[23:40]   Sorento rolou 1d6 = 3 {[3]}
[23:40]   Adam mudou seu nick para Nimb
[23:46] «!» A vegetação nas laterais da estrada é formada por uma alta plantação de trigo. Audrey e Nako conseguem tirar vantagem dessa situação e, com perfeição, esgueiram-se por entre os pés de trigo. Os outros, no entanto, não tem a mesma perícia. Apesar de tentarem ir pela vegetação, acabam fazendo barulho de mais quando tentam se mover.
[23:47] «!» Ulfric é o que se sai pior entre eles, caindo da cerca quanto tenta escalá-la. Chamando a atenção do animal escondido.
[23:48] «!» Um grande porco selvagem surge de traz da carroça. Sua pele é revestida por placas de metal, como uma armadura, assim como suas presas que são parcialmente metálicas. Ele parece bravo e...
[23:48] «!» (Ulfric, 1d)
[23:48]   Ulfric rolou 1d6 = 6 {[6]}
[23:48]   Nimb rolou 1d6 + 6 = 9 {[3] + 6}
[23:49]   PVs de Ulfric: -9
[23:50] «!» Sai correndo em direção a Ulfric, acertando seu peito em cheio com uma cabeçada. Infelizmente para Ulfric, as presas do porco são bastante afiadas, e mesmo que ele não o tenha mordido, acabam furando parte do seu tronco quando o arremessam por cima da cerca para dentro da plantação de trigo.
[23:50] «!» (Todos, menos Ulfric, rolem iniciativa)
[23:50]   Haera rolou 1d6 + 2 = 6 {[4] + 2}
[23:50]   Kory rolou 1d6 + 2 = 8 {[6] + 2}
[23:51]   Sorento rolou 1d6 = 6 {[6]}
[23:51] <Sorento> (ignora, nao foi o H
[23:51]   PVs de Ulfric: +9
[23:51]   PMs de Ulfric: -10/-10
[23:51]   PVs de Ulfric: +1/+10
[23:51]   Audrey rolou 1d6 + 2 = 5 {[3] + 2}
[23:51]   Nako rolou 1d6 + 2 = 3 {[1] + 2}
[23:51]   Sorento rolou 1d6 + 2 = 4 {[2] + 2}
[23:52] «!»  >> Turno de Kory
[23:54] <Kory> *Preocupado com o bárbaro que parecia ter se machucado muito, usava rapidamente um ataque no javali, e em seguida usava a mana do ambiente para recuperar a minha.(O Crânio Voador de Vladislav + Recuperar mana)*
[23:54]   Kory rolou 2d6 + 2 = 6 {[2, 2] + 2}
[23:54]   PMs de Kory: -1
[23:55]   Nimb rolou 1d6 + 2 = 7 {[5] + 2}
[23:55] «!» O porco continua, furioso, passando com suas presas através do crânio voador disparado por Kory.
[23:55] «!»  >> Turno de Haera
[23:57] <Haera> --É só um porquinho, sem motivos para panico *ataque magico 4 pms*
[23:58] ** NPC: <Theodore> Vendo Haera partindo para o combate, Theodore salta sobre os ombros dela, partindo na direção do Javali.
[23:58]   PMs de Haera: -4
[23:58] «!» (Haera, FA sua e do Theodore)
[23:58]   Haera rolou 1d6 + 6 = 9 {[3] + 6}
[23:59]   Haera rolou 1d6 + 2 = 8 {[6] + 2}
[23:59] «!» (9)
[23:59]   Nimb rolou 1d6 + 5 = 8 {[3] + 5}
[23:59]   Nimb rolou 1d6 + 5 = 8 {[3] + 5}
[00:01] «!» Haera dispara uma serpente negra de suas mãos, que desvia um pouco da atenção do porco e acaba por morder se focinho, distração suficiente para permitir que Theodore também consiga morder sua pata. Theodore, no entanto, não consegue se manter segurando por muito tempo, tendo que recuar um pouco em seguida.
[00:01] «!»  >> Turno de Audrey
[00:05] <Audrey> -- acho melhor acabar com seus movimentos-- *ataco o porco selvagem mirando em suas patas traseiras *
[00:06]   PMs de Audrey: -1
[00:06]   Audrey rolou 1d6 + 2 + 1 = 8 {[5] + 2 + 1}
[00:06]   Nimb rolou 1d6 + 5 = 6 {[1] + 5}
[00:08] «!» Audrey se move através do trigo, saltando de trás da cerca sobre o porco que corre na direção de Ulfric. Seu ataque não consegue atingir sua pata, mas é suficiente para parar seu movimento. Ela atinge uma sua couraça de aço em cheio, mas mesmo assim consegue sentir que o porco sentiu a dor do ataque.
[00:08] «!»  >> Turno de Sorento
[00:12] <Sorento> *Com passos curtos, transformando-se numa corrida meio agachada, busco me aproximar dos outros o mais que eu posso. Após isso, começo a tocar a lira, cantando em sussurro palavras estranhas e desconhecidas, em ritmo acelerado, fazendo uma pequena aura sair da lira e atingir os demais do grupo.* (Marcha da Batalha - 1 PM por conta de magia sutil)
[00:13]   PMs de Sorento: -1
[00:13] «!» (Sorento, rola 1d)
[00:13]   Sorento rolou 1d6 = 5 {[5]}
[00:14] «!» Sorento corre através do trigo, tocando sua lira enquanto tenta esquivar-se das folhas. Ele continua tocando, mas não consegue esconder-se do porco, que nota sua presença em seguida.
[00:14] «!»  >> Turno de Nako
[00:16] <Nako> *Avanço para o lado do Javali, ataco ele de cima para baixo*
[00:16]   PMs de Nako: -2
[00:16]   Nako rolou 1d6 + 3 = 9 {[6] + 3}
[00:17] «!» (10)
[00:17]   PMs de Nako: +2
[00:17]   Nimb rolou 1d6 = 6 {[6]}
[00:17]   Nimb rolou 1d6 + 5 = 8 {[3] + 5}
[00:20] «!» Nako consegue se aproveitar da distração do porco, ao notar Sorento, para aplicar um golpe certeiro em seu lombo. Novamente, apenas pele de metal é atingida, mas forte o suficiente para fazer o porco grunhir de dor.
[00:20] «!»  >> Turno de Porco
[00:20] «!» Atacado por Nako, o porco vira-se para encará-lo, indo em sua direção com a boca aperta e as presas afiadas prontas para despedaçar-lhe.
[00:20]   Nimb rolou 1d6 + 6 = 9 {[3] + 6}
[00:21] «!» (Nako, FD)
[00:21]   Nako rolou 1d6 + 4 = 9 {[5] + 4}
[00:22] «!» Com um movimento rápido, Nako consegue parar as enormes presas do porco com sua espada.
[00:22] «!»  >> Turno de Ulfric
[00:23] «!» (Ulfric, rola 1d)
[00:23]   Ulfric rolou 1d6 = 2 {[2]}
[00:24] «!» Depois de levantar-se, Ulfric concentra-se resiste ao impulso de ceder a sua fúria beserker, mantendo-se consciente... por enquanto.
[00:28] <Ulfric> *pego meu machado e olho fixadamente para o porco* --- Olhe para mim seu verme Insolente! Irei de destruir por tal ousadia!!!  *vou em direção ao porco e ataco de cima para baixo *
[00:28] «!» FA+1
[00:29]   Ulfric rolou 1d6 + 4 = 7 {[3] + 4}
[00:29]   Nimb rolou 1d6 + 5 = 6 {[1] + 5}
[00:30] «!» Assim como nos ataques anteriores, a carapaça de metal absorve a maior parte do dano, mas não todo ele. Resultando no impacto ferindo o porco.
[00:30] «!»  >> Turno de Kory
[00:33] <Kory> *Percebendo o esforço dos meus colegas, levantava uma pequena dúvida sobre quem poderia ser o dono desse javali. Mas eles estava atacando meus companheiros e eu não poderia deixar por isso mesmo. Quem começou o conflito foi ele*. Tendo isso em mente, conjurava mais uma vez as palavras no meu grimório e fazia uma caveira que emanava energia negra surgir na minha frente e a enviava para o javali. ( O crânio voador de  Vladislav + Recuperar Mana).*
[00:33]   Kory rolou 2d6 + 3 = 10 {[6, 1] + 3}
[00:33]   PMs de Kory: -1
[00:33]   Nimb rolou 1d6 + 2 = 8 {[6] + 2}
[00:34] «!» Kory, novamente, dispara um crânio das pontas de seus dedos que atinge o porco e explode em fumaça, causando pequenas queimaduras comuns em ferimentos causados por magias, mas por baixo de sua couraça de metal.
[00:35] «!» A pele do porco começa a ficar vermelha. Ele dá uma grande aspirada e fumaça sai de seu nariz. Assim como muitos bárbaros o fazem, aparentemente, o porco entrou em um tipo de fúria de batalha.
[00:35] «!»  >> Turno de Haera
[00:38] <Haera> --Bem, esse porco pode estar um pouco mais forte que o pensando, alguem sabe fazer porco assado aqui? *Se concentrava para recuperar seu poder, e abria sua boca, liberando uma baforada como um dragão, uma esfera negra ia na direção do porco atauqe magia 2 pms*
[00:39] ** NPC: <Theodore> Novamente, Theodore acompanha o movimento de Haera com um salto, tentando morder o porco.
[00:39] «!» (FA+1 pra você e pro Theodore)
[00:39]   PMs de Haera: -2
[00:39]   Haera rolou 1d6 + 5 = 6 {[1] + 5}
[00:39]   Haera rolou 1d6 + 3 = 7 {[4] + 3}
[00:40]   Nimb rolou 1d6 + 6 = 8 {[2] + 6}
[00:41] «!» Ambos os ataques são facilmente desviados pela armadura do porco. A esfera negra de Haera mal chamusca sua armadura, e Theodore acaba dando com os dentes na grossa chapa de metal nas costas do porco.
[00:41] «!»  >> Turno de Audrey
[00:42]   PMs de Haera: +2
[00:44] <Audrey> -- que bicho mais casca grossa-- *uso 1 pm para ganhar 1 de F e tento atacar o javali pela lateral visando as partes de baixo do seu corpo *
[00:45] «!» FA+1
[00:45]   Audrey rolou 1d6 + 2 + 1 + 1 = 6 {[2] + 2 + 1 + 1}
[00:47] «!» Desajeitada, Audrey quase se desequilibra quando tenta acertar o porco, mas acaba deslizando sua Tanto ao longo de sua couraça, não lhe causando qualquer mal.
[00:47] «!»  >> Turno de Sorento
[00:48] <Sorento> *Continuo tocando a lira, enquanto cantava alto a estranha música que fazia uma aura sair a cada acorde tocado, envolvendo a todos.* (Marcha de Batalha - 1 Pm)
[00:48] «!» [-]
[00:50] <Sorento> *Continuo tocando a lira, enquanto cantava alto a estranha música que fazia uma aura sair a cada acorde tocado, envolvendo a todos, porém, durante a música, dedilhava para fora da arma, lançando como se fossem pequenas linhas brancas atingindo o porco.*  (Ataque mágico - 2PMs)
[00:51] «!» FA+1
[00:51]   Sorento rolou 1d6 + 6 = 7 {[1] + 6}
[00:51]   PMs de Sorento: -3
[00:51]   Nimb rolou 1d6 + 5 = 9 {[4] + 5}
[00:52] «!» O golpe mágico de Sorento atinge a couraça de aço, mas nada causa ao enorme porco, que parece sequer ter sentido o ataque.
[00:52] «!»  >> Turno de Nako
[00:53] <Nako> *Ataco o javali de baixo para cima*---AAAAAAHHHHH!!!!!!!
[00:54]   PMs de Nako: -2
[00:54] «!» FA 11
[00:54]   Nimb rolou 1d6 + 8 = 12 {[4] + 8}
[00:54] «!»  >> Turno de Porco
[00:54]   Nimb rolou 1d6 + 6 = 12 {[6] + 6}
[00:54] «!» (16)
[00:54] «!» Nako, 1d
[00:54]   Nako rolou 1d6 = 5 {[5]}
[00:55] «!» FD
[00:55] «!» FD+1*
[00:55]   Nako rolou 1d6 + 6 = 9 {[3] + 6}
[00:56]   PVs de Nako: -7
[00:57] «!» Nako ataca o porco com sua espada, tentando repetir o golpe de cima para baixo. O animal, no entanto, consegue desviar de seu ataque, fazendo-o atingir o chão e baixar a guarda para uma forte mordida no ombro que despedaça parte de sua armadura.
[00:57] «!»  >> Turno de Ulfric
[01:00] <Ulfric> *ao ver que Nako foi atingido fico ainda mais furioso* --Como ousa atingir alguem do meu grupo? ---Tirarei essas suas presas de uma vez só!!! *Faço um movimento de cima para baixo como fosse decapitar em direção as prezas do animal*
[01:01] «!» FA+1
[01:01]   Ulfric rolou 1d6 + 4 = 6 {[2] + 4}
[01:02] «!» O machado de Ulfric é mais lento que o enorme porco, que consegue desviar-se do golpe sem grandes problemas.
[01:02] «!»  >> Turno de Kory
[01:05] <Kory> *Percebendo a dificuldade do grupo de combater a fera, eu me atentava ao grupo deixando meus sentidos rápidos para qualquer emergência que eu tivesse que tomar o controle.  (Recuperar mana + Trocar ação por reação)*
[01:06] «!»  >> Turno de Haera
[01:07]   PMs de Kory: +2
[01:08] <Haera> --Bem, se ele não ver, não pode atacar *Recupero meu poder, e logo uma esfera de negra é criada nas mãos de Haera, jogando ela no porco Cegueira+ recuperar mana*
[01:08]   PMs de Haera: -1
[01:09]   Nimb rolou 1d6 = 4 {[4]}
[01:09] «!» A esfera negra salta das mãos de Haera aos olhos do porco, mas não o acertam.
[01:10] ** NPC: <Theodore> Theodore ainda assim tenta aproveitar da situação e morder o bicho.
[01:10] «!» (Rola pro Theodore, FA+1)
[01:10]   Haera rolou 1d6 + 3 = 6 {[3] + 3}
[01:10] «!» Novamente, theodore não consegue vencer sua couraça de metal.
[01:10] «!»  >> Turno de Audrey
[01:12] <Audrey> -- cara... que merda -- *eu tento atacar o javali de baixo para cima com minha Tanto *
[01:12]   PMs de Audrey: -1
[01:13] «!» FA+1
[01:13]   Audrey rolou 1d6 + 2 + 1 + 1 = 9 {[5] + 2 + 1 + 1}
[01:14]   Audrey rolou 1d6 = 6 {[6]}
[01:15] «!» Audrey repete o golpe, mas o resultado é o mesmo: sua tanto é parada pela couraça de meta do porco que parece mais e mais irritado.
[01:15] «!»  >> Turno de Sorento
[01:18]  Kory (Kenjiro) acabou de sair
[01:18] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Kory
[01:18] >> Nimb colocou o modo +Voz em Kory
[01:19] <Sorento> *Ainda tocando a marcha com a lira, corro em direção a Nako, que aparentava estar mais ferido, me agachando a seu lado e aumentando a velocidade das minhas dedilhadas, fazendo varias cordas mágicas surgirem da lira, formando uma pequena barreira entre o porco e ele.* (Marcha da Batalha + Muralha de Energia - 3 PMs)
[01:20]   PMs de Sorento: -3
[01:20] «!»  >> Turno de Nako
[01:24] <Nako> *Corro em direção de algum canto para me esconder da batalha*"Maldito porquinho"*Cai uma lagrima do meu olho direito*
[01:25] <Nako> >
[01:25] «!» [-]
[01:26] «!»  >> Turno de Porco
[01:26] «!» Vendo  a recém chegada de Sorento, o porco se prepara para atacá-lo. Partindo na sua direção com a boca aberta para usar suas presas, mas acaba mordendo a parede invisível que protegia ele e Nako.
[01:26] «!»  >> Turno de Ulfric
[01:27]  Haera (lulidos) acabou de sair
[01:27] <Kory> (Reação, após Ulfric)
[01:29] <Ulfric> ''Bem então é isso, '' *fecho meus olhos e liberto a minha fúria interior* (É HORA DO SHOW POHA o monstro ta saindo da jaula) *abro meus olhos e tenho dar uma cutilada nas pernas do javali em uma tentativa de machucar a perna dele*
[01:29]   PVs de Ulfric: +5/+5
[01:30]   PMs de Ulfric: +5/+5
[01:30] «!» FA+1
[01:30]   Ulfric rolou 1d6 + 6 = 12 {[6] + 6}
[01:31] «!» (15)
[01:31]   Nimb rolou 1d6 + 8 = 11 {[3] + 8}
[01:32] «!» Abandonando sua sanidade, Ulfric abraça sua fúria Beserker, saltando contra o porco com seu machado. Erguendo o machado sobre sua cabeça, Ulfric o agita ferozmente de cima para baixo, tentando decapitar a fera que, por pouco, não perde a cabeça. O golpe atinge a couraça de metal, mas, novamente, é capaz de machucá-lo pelo impacto com a couraça.

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03 - Prado Verde

Mensagem por Admin em Qua Fev 15, 2017 10:35 pm

Essa foi uma das sessões que eu mais me decepcionei. Prado Verde sediava um evento, estava cheio de pessoas e eu queria dar uma oportunidade dos personagens se divertirem e conseguirem alguns itens e dinheiros em precisar matar ninguém pra isso, mas o pessoal parece não ter curtido muito a ideia, então o evento acabou sendo bem rápido.

03 - Prado Verde:
[23:35] «!» Anteriormente: vocês encontraram um mercador, Khoras, em seu caminho para Prado Verde. Khoras os pediu ajuda, dizendo que foi atacado por um monstro com pele de metal e presas do tamanho de espadas e que suas coisas haviam sido roubadas. Vocês seguiram até uma carroça abandonada encontrada por Ragnar, onde foram atacados por um porco selvagem com uma armadura de metal revestindo sua pele e presas prateadas.
[23:38] «!» O impacto do machado de Ulfric na armadura de metal do porco faz um barulho como o de um sino ecoando. Nesse momento, vocês notam um barulho vindo do interior da carroça abandonada.
[23:39] ** NPC: <Goblin> -- Parem! -- vocês escutam uma voz rouca, e, de dentro da carroça surge um pequeno e velho goblin desdentado, de pele cinzenta e enrugada. Ele salta na frente do porco, que logo se acalma. -- O que estão fazendo?
[23:39] «!» >>
[23:40] >> Nimb colocou o modo +Voz em Audrey
[23:40] >> Nimb colocou o modo +Voz em Haera
[23:40] >> Nimb colocou o modo +Voz em Kory Reil
[23:40] >> Nimb colocou o modo +Voz em Sorento
[23:40] >> Nimb colocou o modo +Voz em Ulfric
[23:41] <Audrey> -- estamos no defendendo desse furioso porco senhor goblim--
[23:41] <Sorento> -- Isso se chama 'defesa contra um porco de ferro que veio me atacar' Senhor... *falo com a voz um pouco cansada*
[23:41] ** NPC: <Goblin> -- Ele é meu porco de estimação. Ele só estava me defendendo. -- Diz o goblin, com os braços abertos na frente do porco. -- Sou eu quem vocês querem.
[23:42] <Audrey> -- foi o senhor que roubou o mercador ?--
[23:42] <Kory Reil> -- Ele nos atacou goblin! O que você acha que está fazendo saqueando pessoas na estrada? Quer morrer!!!! *Dizia tentando intimidar o mesmo (teste?)*
[23:42] <Kory Reil> (Me aproximava do goblin enquanto executava tal ação)
[23:43] «!» 1d, Kory
[23:43] Kory Reil rolou 1d6 = 3 {[3]}
[23:44] Haera (lulidos) acabou de sair
[23:44] <Ulfric> *guardo o meu machado e falo ainda inrritado com o ocorrido* --É bom você ter uma boa explicação de porque seu javali tem uma armadura...
[23:45] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Kallyadranoch
[23:45] >> Nimb colocou o modo +Voz em Kallyadranoch
[23:45] ** NPC: <Goblin> O goblin não parece ter medo de você, Kory. -- Eu só estava concertando meu balão. -- Ele diz.
[23:45] <Audrey> -- com as peças da carroça ?--
[23:46] Kallyadranoch mudou seu nick para Haera
[23:46] ** NPC: <Goblin> -- Essa Armadura serve para protegê-lo, oras. -- Ele olha para Audrey. -- Sim, com algumas peças que encontrei ali. Eu tentei fazer um acordo com o homem na carroça, mas ele correu quando me viu.
[23:46] <Kory Reil> -- Balão?! Porque você estaria concertando uma balão em uma carroça roubada? Tá mentindo? *Dizia enquanto começava a vasculhar a carroça*
[23:47] <Audrey> -- parece que temos um conflito de informações aqui, o mercador disse que você o roubou é verdade? --
[23:47] <Audrey> -- Ei Kory que falta de educação para com isso !--
[23:47] <Kory Reil> -- Fez um acordo... ele correu e agora você começa a mexer na carroça roubada!
[23:48] <Kory Reil> --Você está roubando goblin!
[23:48] <Sorento> *Pego os pergaminhos dados pelo homem da taverna, e começo a anotar, fzendo uma nota mental de conseguir mais.* "Após uma estafante luta, os aventureiros encontram um mero goblin, dono do porco, chamado..." -- Err... com licença senhor, qual o seu nome? *pergunto sem dar muita importância ao que estavam falando.* --- Senhor?? O nome?? É para uma coisa importante.
[23:49] <Ulfric> --Bem vocês resolvam isso me chamem caso precisemos matar alguem. eu irei sentar perto da carroça e continuar meu entalho
[23:51] ** NPC: <Glong> -- Esperem um minuto... falem um de cada vez. -- Ele diz, balançando a cabeça. -- Meu nome é Glong, sou um baloeiro de Vectora. Outros goblins baloeiros atacaram meu balão, que caiu aqui perto. -- ele diz, apontando a direção mais ao norte. -- Eu estava montando o Tuk-tuk quando tentei falar com o homem que estava nessa carroça, mas ele começou a gritar e saiu correndo. A carroça ficou abandonada, então comecei a concertar o meu balão.
[23:51] «!» Kory, 1d
[23:52] Kory Reil rolou 1d6 = 3 {[3]}
[23:53] Kory Reil mudou seu nick para Kory
[23:53] «!» Kory, com a bagunça que está dentro da carroça é quase impossível encontrar qualquer coisa, e, se você viu um balão ali, não percebeu que era um balão.
[23:53] «!» >>
[23:54] Audrey rolou 1d6 = 5 {[5]}
[23:55] <Kory> -- Então pessoal? Um goblin dentro de uma carroça dizendo que mexe em um balão com um porco blindado que diz ser seu amigo, o que não tem sentido um porco de armadura em um fucking balão. Além disso onde está o balão? Ou até, porque ele estaria mexendo em uma carroça de mercador pra consertar um balão?!
[23:55] <Audrey> -- mais... tem algum motivo de seu balão ter sido atacado? e ainda por cima como um animal deste tamanho cabe ai ??-- *voltando para uma posição mais descontraida *
[23:56] Sorento (Sorento_Sirene) acabou de sair (Ghost - conexão fantasma derrubada)
[23:56] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Sorento
[23:56] <Audrey> -- nao sei --
[23:56] <Kory> -- Está mais do que obvio o que está acontecendo. Alguém pode chamar o mercador? Ele vai confirmar os fatos. *Dizia enquanto cruzava os braços e encavara o goblin de longe na frente do porco. (Consigo perceber algum tipo de reação?)*
[23:56] ** NPC: <Khoras> De longe, no horizonte, vocês veem Khoras se aproximando correndo. -- É ele. -- Ele grita. -- Prendam ele.
[23:57] ** NPC: <Glong> -- Me prender? -- Mas eu não fiz nada.
[23:57] <Kory> *Rapidamente lançava teia de megalokk em ambos (goblin e porco. 4PMs)*
[23:57] PMs de Kory: -4
[23:58] «!» A teia prende tanto o goblin, quando o porco que não esboçam qualquer reação.
[23:58] <Ulfric> -- Porque prender um simples baloeiro ?* pergunto para khoras*
[23:58] ** NPC: <Glong> -- Eu não vou fugir. -- Ele diz.
[23:59] <Audrey> -- por que senhor mercador--
[23:59] <Audrey> --quero que você me explique exatamente oque aconteceu --
[00:00] ** NPC: <Glong> -- Eu já disse. Os outros baloeiros me atacaram e derrubaram meu balão.
[00:00] <Kory> -- Cale-se goblin, ninguém vai acreditar em você!
[00:00] ** NPC: <Khoras> Khoras alcança vocês, ofegante por ter corrido alguns metros. -- Isso. Vamos levá-los até a milícia. Sargento Vigar vai saber o que fazer.
[00:00] >> Nimb colocou o modo +Voz em Sorento
[00:02] <Audrey> -- espera!-- *coloco a mão em seu ombro *
[00:02] <Sorento> -- Pessoal... *levanto minha mão, como se pedisse permissão para opinar.* -- Um pequeno detalhe: Aqui nos meus registros não consta exatamente como nosso amigo Khoras aqui foi assaltado... *me viro para Khoras.* -- Como, exatamente, você foi assaltado?
[00:03] ** NPC: <Khoras> -- Ele usou esse monstro para me intimidar. O que acha que o goblin e um porco gigante estariam fazendo na estrada? -- Ele diz.
[00:03] Haera (lulidos) acabou de sair (A conexão caiu e não foi recuperada a tempo)
[00:04] ** NPC: <Glong> -- Eu queria fazer um acordo... -- Khoras suspira. -- Olha, vocês podem me levar até a milicia, eu não me importo. Só não nos machuquem, por favor.
[00:04] <Kory> -- Ou melhor o que um goblin e um porco gigante estariam fazendo em um balão! Cadê o balão?!! Goblin? *Perguntava para o goblin*
[00:04] <Audrey> -- espera --
[00:06] «!» Glong e Khoras paravam de falar e olhavam para Audrey.
[00:06] <Audrey> -- não acho que precise tanto --
[00:06] <Audrey> -- podemos resolver nossas desavenças por aqui mesmo--
[00:07] ** NPC: <Khoras> -- Você tem dinheiro, Goblin?
[00:07] ** NPC: <Glong> -- Bom... dinheiro não, mas... eu nem usei tanta coisa.
[00:07] ** NPC: <Khoras> -- Então não! -- Khoras se exalta. -- Ele é um ladrão, e deve ser julgado por seu crime.
[00:08] <Audrey> -- acho que você está muito exaltado --
[00:08] <Audrey> -- quanto você quer? --
[00:10] ** NPC: <Khoras> -- Não é pelo dinheiro. É pra ele não atacar outros mercadores. -- Ele começa um discurso, como um orador faria. -- Mestre Orjan se esforçou muito para realizar esse evento. Vectora vai passar pela cidade pela primeira vez, talvez isso nunca aconteça novamente. -- Ele diz, com os olhos brilhantes e o punho fechado, enquanto olha para cima. -- Devemos levá-lo. Depois do festival, se ele for inocente, tenho certeza que Khalmyr fará a justiça... mesmo para um goblin.
[00:11] <Audrey> -- se é algo tão especial oque você acha de perdoar o goblin ele pode ajudar a arrumar sua carroça --
[00:11] <Audrey> *virando o olhar para o goblin*
[00:12] <Audrey> -- oque acha?--
[00:12] ** NPC: <Glong> -- Eu não sei se posso consertar a carroça, mas Tuk-tuk pode puxá-la até a cidade. Fica muito longe?
[00:13] <Audrey> -- eu acho que não
[00:13] <Sorento> *Parava de escrever, um sorriso começando a surgir no rosto.* -- Tuk-tuk? Você deu o nome ao porco de Tuk-tuk?
[00:13] <Kory> -- Certo, vamos até a cidade. Talvez alguns dos seus colegas consigam explicar melhor o que aconteceu.
[00:13] <Kory> (Dizia para o goblin antes da pergunta do sorento)
[00:13] <Audrey> -- e consertar sua carroça --
[00:15] ** NPC: <Glong> -- Sim. O nome dele é Tuk-tuk. -- O goblin diz sorridente. Ele tenta se mover, para levar Tuk-tuk até a carroça. -- É... -- ele aponta para as teias mágicas que prendiam ele e seu porco.
[00:15] <Ulfric> --Más que ótimo um javali mortal com um nome fofo ''vamos lá mundo me surpreenda com mais bizarrices''
[00:16] <Kory> -- Certo... vão querer brincar com o goblin?! Tudo bem! Depois não digam que eu não avisei. *Dizia e desfazia as teias que prendiam os dois*
[00:17] <Sorento> -- Por tanna-toh, se pudesse beijaria sua cabeça... Mas eu não quero... Enfim, irei cantar uma música especialmente para esse evento quando chegar ao festival. *começava a fazer um pequeno murmuro ritimado com a boca.* -- Sim, com toda certeza, eles vão adorar.
[00:17] <Kory> (Dava um passo para perto da carroça e tropeçava na própria roupa, caindo de cara no chão)
[00:18] «!» Glong e Khoras seguravam a risada, mas Tuk-tuk não era tão educado, fazendo um barulho alto e engraçado, como se realmente estivesse rindo
[00:18] «!» ...
[00:19] «!» Glong prende Tuk-tuk a carroça, num espaço onde um humano deveria puxar, e o porco consegue puxar a carroça com facilidade.
[00:19] «!» Vocês seguem na direção do festival, Glong montado em Tuk-tuk, Khoras em seu assento, e vocês seguindo a pé, ao redor da carroça.
[00:20] «!» A viagem não é longa, pouco menos de uma hora e vocês já avistam a cidade de longe.
[00:21] «!» O festival parece animado, muitas barracas, palcos e pessoas, mas quem os cumprimenta é um homem de meia-idade, trajando uma cota de malha e uma velha espada, acompanhado de dois jovens portando lanças.
[00:22] ** NPC: <Sargento Vigar> Sargento Vigar faz um sinal e os homens escoltam Glong e Tuk-tuk para dentro da cidade. -- Obrigado por isso. -- Ele agradece a vocês, acenando com a cabeça. -- Fiquem a vontade para se divertir no festival. -- Ele diz.
[00:22] «!» >>
[00:23] <Ulfric> *vou em direção ao sargento e pergunto* --poderia me falar onde tem uma taverna por aqui?
[00:24] <Kory> -- Certo... fizemos o que podIamos. Agora vamos festejar um pouco! *dizia enquanto aguardava a resposta do sargento pela pergunta feita por ulfric*
[00:24] ** NPC: <Sargento Vigar> -- Uma taverna? Ora, homem, você pode beber ao ar livre. -- Ele diz com um sorriso no rosto. -- Tem muita bebida de graça hoje, e você pode procurar uma tenda, se quiser comer algo.
[00:25] «!» Sargento Vigar dá as costas, e Khoras novamente os agradece.
[00:25] ** NPC: <Khoras> -- Se forem jogar, que Nimb esteja com vocês. -- Ele diz, sorrindo. -- Aproveitem o festival! -- Khoras acena e segue na direção da cidade, pagando dois homens ali para que carreguem sua carroça.
[00:26] «!» ...
[00:26] <Kory> -- Aehooo vamos beber! *Procurava a bebida de graça com o qual o sagento havia falado .*
[00:28] <Ulfric> -- estarei loco atras de você
[00:28] <Ulfric> (logo)
[00:28] «!» O festival é composto de várias tendas, onde vocês podem comer, beber, comprar bugigangas, etc. Existe um pátio principal, onde bardos e atores se apresentam para o povo, e tendas de competições com prêmios em dinheiro e itens mágicos. As competições são: Escalada de Árvores, Levantamento de troncos, Luta Livre e Tiro ao alvo.
[00:28] «!» Vocês vão escolher no máximo duas atividades pra fazerem, e eu vou narrar as cenas dos grupos que seguirem pra essas atividades.
[00:29] «!» Primeira atividade: podem agir dizendo pra onde seguem e o que vão fazer
[00:29] «!» >
[00:31] Ulfric (NeroCortex) acabou de sair
[00:32] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ulfric
[00:32] <Sorento> -- Bem, é isso. Irei ver se consigo agraciar uns bons ouvidos com minha lira. Esse pessoal deve estar querendo saber algumas histórias, e quem sabe não recupero meu ouro perdido. Madame... *tomava a mão de Audrey e a beijava com suavidade.* -- Senhores. *dava um pequeno aceno para as os outros dois.* -- Quem quiser me acompanhar, que esteja a vontade. *Me dirigia até o pátio principal.*
[00:32] <Kory> -- Certo pessoal. Quando o sol desaparecer, vamos no encontrar no centro da cidade. Fora isso. Façam o que quiser. *Dizia enquanto ia para o pário central comer e beber nas barracas*
[00:32] >> Nimb colocou o modo +Voz em Ulfric
[00:33] <Audrey> --ok, de noite nos encontramos aqui -- *saia andando ate a área de vendas *
[00:37] Ulfric (NeroCortex) acabou de sair (Ghost - conexão fantasma derrubada)
[00:37] >> Sistema RRPG colocou o modo +Jogador em Ulfric
[00:37] >> Nimb colocou o modo +Voz em Ulfric
[00:38] «!» Sorento, você chega ao pátio onde uma bela elfa apresenta um monólogo. Ela interpreta a si mesma em uma conversa com Glórienn, onde questiona a deusa sobre o futuro de sua raça. O monólogo é triste e termina em aplausos acalorados da plateia, logo sendo sua vez.
[00:38] «!» Sorento
[00:38] «!» >
[00:45] <Sorento> --- Olá a todos vocês! É uma honra poder conversar com todos vocês nesse maravilhoso evento! Devo adimitir que meus olhos se enxeram de lágrimas ao ouvir tamanho talento dessa talentosa Elfa, admito que se meu coração não tivesse dona, faria uma música especialmente para ela. Bem, vamos falar um pouco mais de deuses então. Eu sou um bardo viajante e anoto histórias pelo mundo. *Começo a arrumar a afinação da lira para a música que iria tocar.* -- Essa canção foi feita de várias histórias de pessoas que tiveram sua vida mudada pelos deuses. Espero poder agraciar seus ouvidos e, pelo menos, chegar ao pés desse incrivel monólogo que tivemos. *Começava um monólogo sobre um mendigo, com uma cunha de esmolas e um tamborete nas mãos, finalizando-o e começando a cantar.* --- Eu Nasci... A 10 mil anos atras. E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais. Não... Não... Eu nasci, a 10 mil anos atras. *aumentava o ritmo lento do inicio da música para acordes mais animados.* (Música 10 mil anos atras, porém, ao invés dos acontecimentos do mundo real, é cantado acontecimentos de Arton.)
[00:46] «!» Sorento, rola 1d (bônus de +2)
[00:47] Sorento rolou 1d6 = 3 {[3]}
[00:48] <Ulfric> (PQP OLHA A MUSICA DO CARA)
[00:48] «!» O povo salta das cadeiras. Todos acompanham a apresentação de Sorento com as mãos para o alto, balançando ao ritmo da música. As mulheres lançam olhares interessados ao Bardo, e os homens brindam a ele. Todo o povo de Prado Verde canta o refrão da música, formando uma enorme fila para dar moedas a Sorento.
[00:48] «!» Sorento, 2d
[00:49] Sorento rolou 2d6 = 9 {[6, 3]}
[00:50] «!» Ao fim da música, você recolhe as moedas lançadas ao palco enquanto o povo aplaude e assovia. Com dificuldades, você carrega para baixo, ao todo, 630 Tibares, a maioria de prata e dois de ouro.
[00:50] Nimb alterou o personagem Sorento
[00:50] PVs de Ulfric: +1
[00:50] PMs de Kory: +1
[00:51] «!» Ulfric e Kory acompanham a música, comendo e bebendo nas mesas.
[00:53] «!» Audrey passa por uma tenda que chama a sua atenção, no caminho de suas compras. Nessa tenda, uma espada está a amostra em uma pequena estante, guardada por um tapistano e dois aldeões, armados com piquetes. A espada emitia um pequeno brilho alaranjado de sua lâmina e, segundo a pequena placa, foi com ela que, a muitos anos, Sir Gorboduc havia banido os monstros que antes assolavam essa região.
[00:53] «!» Depois de ver a espada, Audrey finalmente termina suas compras.
[00:59] «!» Segunda atividade
[00:59] «!» >
[01:00] <Audrey> *logo apos ter comprado oque achava necessário vou em direção ao evento da escalada para poder participar *
[01:02] <Kory> *Após aproveitar das bebibas e comidas, além da fantástica musica do meu companheiro de viagem. Decidia ir às compras procurar alguma coisa que me interessasse, afinal aquele era o mercado de Vectora! Olhando pra cima via aquela paisagem... goblins baloeiros subindo até uma montanha gigante que fica até 2.000 metros de altura do chão, invejável para um mago como eu. Partia então para começar a olhar as lojas, após de descansado e satisfeito.*
[01:04] <Kory> (Desconsidere minha ação após o primeiro ponto de continuação)
[01:04] <Kory> (Continuando no ultimo ponto de continuação)
[01:05] <Sorento> "Ufa, isso realmente foi muito bom! Meu pai adorará saber dessa história... E também preciso de um pouco mais para planejar a minha música especial... E a música do porco... Preciso anotar tudo isso." *Caminhava em direção da área de vendas.*
[01:12] «!» Audrey, você chega a uma área da cidade, onde vários postes estão dispostos um ao lado do outro. Um senhor careca com a barriga protuberante anota os nomes de quem quer participar e não demora a anotar o seu, apesar de duvidar um pouco de sua capacidade.
[01:12] «!» São ao todo, cinco competidores, estão dispostos um ao lado do outro e, de acordo com as regras, nenhum material de escalada pode ser usado.
[01:13] «!» As pessoas vibram com o iminente início do evento, que premiará o vencedor com um saco de moedas contendo 30 TO.
[01:15] ** NPC: <Juiz> Depois de encerradas as inscrições, o homem se prepara para dar início a competição. -- Que os deuses estejam com vocês e que o melhor competidor vença! -- Ele diz. Os competidores estão todos a uma certa distância dos postes, devendo correr alguns metros até alcançá-los. -- Preparados? -- Ele atiça a multidão. -- Vão!
[01:15] «!» >
[01:16] <Audrey> *saio correndo o mais rápido que posso para poder alcançar o poste e escalar* '' Bora la , Bora la você consegue ''
[01:17] Contagem de Audrey: +0/+6
[01:18] «!» Nos primeiros metros da escalada, o poste possui alguns grampos, para ajudar os competidores a subir. Caso caiam do poste estarão desclassificados.
[01:18] «!» Teste de escalada (bônus de +2)
[01:18] «!» >
[01:18] Audrey rolou 1d6 = 1 {[1]}
[01:19] «!» Graças aos grampos, nos primeiros metros, você salta com certa facilidade, erguendo-se alto acima dos demais competidores e segurando no poste com relativa dificuldade, mas ainda firme lá em cima.
[01:19] «!» Teste de escalada (sem bônus ou penalidades)
[01:19] «!» >
[01:20] Contagem de Audrey: +2
[01:20] Audrey rolou 1d6 = 1 {[1]}
[01:20] Contagem de Audrey: +2
[01:20] <Ulfric> (Cagao)
[01:21] «!» Os próximos metros são tão fáceis, quanto os anteriores. Com a agilidade de um gato, você escala o poste. Deixando para trás todos os competidores, que seguem mais lentamente atrás.
[01:21] «!» Teste de escalada (sem bônus ou penalidades)
[01:21] «!» >
[01:21] Audrey rolou 1d6 = 3 {[3]}
[01:22] «!» Você tenta subir, mas escorrega um pouco, ainda mantendo-se segura enquanto os outros competidores começam a alcançá-la.
[01:22] «!» Teste de escalada (sem bônus ou penalidades)
[01:22] «!» >
[01:22] Audrey rolou 1d6 = 4 {[4]}
[01:22] Contagem de Audrey: -1
[01:22] «!» Você escorrega ainda mais no poste, caindo alguns metros. Os competidores conseguem passá-la na subida.
[01:23] «!» Teste de escalada (bônus de +1)
[01:23] «!» >
[01:23] Audrey rolou 1d6 = 6 {[6]}
[01:23] «!» Sua mão escorrega e você despenca do poste, antes mesmo que a competição acabe.
[01:24] Nimb rolou 1d6 = 4 {[4]}
[01:24] PVs de Audrey: -4
[01:24] ** NPC: <Juiz> -- Desclassificada! -- Grita o Juíz. As pessoas ao redor gritam muito, afinal, a queda é feia e você se machuca bastante.
[01:24] «!» Por sorte, um clérigo ali perto se aproxima para ajudá-la depois da competição.
[01:24] Nimb rolou 1d6 = 1 {[1]}
[01:24] PVs de Audrey: +1
[01:26] «!» A competição chega ao fim, e o vencedor, um halfling astuto, morador da região, diz que é acostumado a subir em árvores para pegar frutas, e que essa competição foi brincadeira comparada as árvores que ele tem que escalar, perto de onde mora.
[01:27] «!» Ulfric, enquanto isso, chega a competição de levantamento de troncos. Muitos homens, com enormes músculos, exibem-se para as aldeãs que acompanham a prova. Entre os competidores, uma mulher, alta e musculosa, ri dos demais.
[01:28] «!» As regras da competição são claras: quem arremessar o maior e quem arremessa mais longe vence. O prêmio é uma poção de Força de Touro.
[01:29] «!» Depois de fazer a inscrição, você é levado a área dos competidores. Existem quatro troncos, desde um galho grande, até um enorme tronco de árvore. O juiz o avisa de que você pode escolher qual tronco lançar, mas vencerá o competidor que lançar mais longe o tronco mais pesado.
[01:29] «!» >
[01:29] Contagem de Audrey: -3/-6
[01:30] <Ulfric> *pego o 3 objeto antes do mais pesado*
[01:31] «!» Teste de Força (+1)
[01:31] «!» >
[01:32] Ulfric rolou 1d6 = 1 {[1]}
[01:32] Contagem de Ulfric: +2/+2
[01:32] «!» 1d
[01:32] «!» >
[01:32] Ulfric rolou 1d6 = 5 {[5]}
[01:32] Contagem de Ulfric: +5/+5
[01:33] «!» Com quase nenhuma dificuldade, Ulfric arremessa o tronco vários metros a sua frente. Os competidores que o seguem também conseguem arremessar o tronco, mas não tão longe quanto ele
[01:34] «!» A mulher vem logo em seguida, com um pouco de esforço, ela arremessa o tronco de Ulfric a alguns metros, menos do que o que ele arremessou.
[01:35] ** NPC: <Mulher> Ela sorri. -- Eu estava só me aquecendo. -- ela diz. -- Vamos jogar de verdade agora. -- A mulher aponta para o tronco grande e a torcida vai a loucura. -- Quero ver se você é homem o suficiente pra arremessar aquele ali.
[01:35] «!» >
[01:36] <Ulfric> -- voce duvida de minha força? *vou em direçao a tronco que ela aponta*
[01:36] «!» Teste de Força
[01:36] «!» >
[01:36] Ulfric rolou 1d6 = 4 {[4]}
[01:36] «!» Ulfric se abaixa, esforçando-se para tentar levantar o tronco, mas sua primeira tentativa em nada resulta.
[01:36] «!» >
[01:37] Ulfric rolou 1d6 = 6 {[6]}
[01:37] «!» Você faz uma careta, forçando todos os músculos de seu corpo, mas acaba, sem querer dando um jeito nas costas e tem que parar de tentar.
[01:37] «!» (-1 em todas as características)
[01:38] «!» A mulher ri de você e segue até o tronco para tentar arremessá-lo, também.
[01:38] Nimb rolou 1d6 = 1 {[1]}
[01:38] <Ulfric> (Eu te odeio dadoz)
[01:38] «!» Com muito esforço ela consegue levantar o tronco e empurrá-lo apenas um metro a frente. O suficiente para ser declarada a vencedora.
[01:39] «!» As pessoas vibram, aplaudem e comemoram, levantando-a nos ombros e levando-a para uma volta de comemoração pela cidade.
[01:39] «!» ...
[01:40] «!» Todos vocês notam que as pessoas estão se amontoando no pátio principal da cidade e correm para ver o que está acontecendo. Vocês escutam aplausos e logo se encontram, em frente a tenda na qual espada estava exposta.
[01:40] «!» Não demora e vocês notam o motivo da reunião da multidão: vectora se aproximava do norte, muito rapidamente em direção a cidade.
[01:41] «!» (Uma ação de cada)
[01:41] «!» >
[01:42] <Ulfric> ''Ainda me vingarei daquela mulher" -- quem e ela?
[01:44] «!» Ragnar se aproxima, sobrevoando a cidade e pousando no braço de Kory.
[01:44] «!» Todo mundo rola 1d
[01:44] Kory rolou 1d6 = 2 {[2]}
[01:44] Ulfric rolou 1d6 = 5 {[5]}
[01:44] Sorento rolou 1d6 = 1 {[1]}
[01:44] Audrey rolou 1d6 = 6 {[6]}

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